Na era digital, os dias correm muito rápidos e os fatos são atropelados pelo volume incessante de informação a que as pessoas são expostas diariamente.
Novidades se tornam memórias num piscar de olhos, pois sequer chegamos a retê-las e já são substituídas pelas “últimas novidades”.
Esse movimento constante e vertiginoso faz com que as análises dos fatos sejam muito superficiais e que poucos aprendizados sejam retidos no curso do processo.
Em resumo, a relevância dos fatos é instantânea e efêmera, ainda que intensa.
Para as empresas e suas respectivas marcas, os esforços para se manter relevante no mercado e atrair o interesse de investidores são fundamentais no desenvolvimento do negócio.
Trata-se de um processo contínuo, que demanda esforço, inteligência e investimento, não necessariamente nessa ordem.
Além de eficiente
Na era digital, os dias correm muito rápidos e os fatos são atropelados pelo volume incessante de informação a que as pessoas são expostas diariamente.
Novidades se tornam memórias num piscar de olhos, pois sequer chegamos a retê-las e já são substituídas pelas “últimas novidades”.
Esse movimento constante e vertiginoso faz com que as análises dos fatos sejam muito superficiais e que poucos aprendizados sejam retidos no curso do processo.
Em resumo, a relevância dos fatos é instantânea e efêmera, ainda que intensa.
Para as empresas e suas respectivas marcas, os esforços para se manter relevante no mercado e atrair o interesse de investidores são fundamentais no desenvolvimento do negócio.
Trata-se de um processo contínuo, que demanda esforço, inteligência e investimento, não necessariamente nessa ordem.
Além de eficientes, as empresas também precisam manter a atratividade para clientes, investidores e parceiros de negócios.
As mudanças são cada vez mais rápidas e muitas vezes inesperadas, tomando de assalto a posição projetada e almejada que a empresa arduamente constrói no mercado. Todavia, nem sempre são absolutamente inéditas.
Fatos recentes como a entrada massiva de fabricantes chineses de veículos e equipamentos, por exemplo, apenas repetem um movimento outrora protagonizado por fabricantes sul-coreanos e japoneses no mercado ocidental.
De todo modo, manter-se relevante no âmbito organizacional significa possuir uma tecnologia apropriada para as demandas futuras da sociedade, possuir um portfólio que permita explorar as oportunidades no mercado ou, ainda, ser atrativa o suficiente para atrair talentos que façam a diferença pelo desempenho.
É comum observamos algumas empresas e marcas que tomam decisões mais seletivas ou imediatistas, buscando assegurar os melhores resultados financeiros, enquanto outras – além de não investirem em tecnologias que possam definir o futuro do negócio – adotam a preservação da posição atual como prioridade máxima ou mesmo ignoram os interesses de parceiros, como a base de fornecedores ou a rede de distribuição.
Cedo ou tarde, essas empresas percebem que muitas das decisões tomadas afoitamente começam a ameaçar seu futuro.
Ao mesmo tempo, os parceiros percebem que a “nave lentamente já faz água”, levando a empresa a perder relevância no mercado.
Refletir sobre isso é fundamental, especialmente para entender que, no mercado atual, já não é apenas o market share que define a relevância de uma empresa.
*Yoshio Kawakami é consultor da Raiz Consultoria e diretor técnico da Sobratema
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