Assessoria de Imprensa
08/09/2026 00h01
A indústria brasileira de petróleo e gás atravessa um período de aumento da produção e de novos investimentos em exploração.
Somente na Margem Equatorial, a Petrobras prevê investir US$ 2,5 bilhões na perfuração de 15 poços entre 2026 e 2030.
Apontada como uma das principais novas fronteiras exploratórias do país, a região se estende por cerca de 2.200 quilômetros, do Amapá ao Rio Grande do Norte, e abrange as bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.
A expansão da atividade offshore também traz novas demandas para a o
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A indústria brasileira de petróleo e gás atravessa um período de aumento da produção e de novos investimentos em exploração.
Somente na Margem Equatorial, a Petrobras prevê investir US$ 2,5 bilhões na perfuração de 15 poços entre 2026 e 2030.
Apontada como uma das principais novas fronteiras exploratórias do país, a região se estende por cerca de 2.200 quilômetros, do Amapá ao Rio Grande do Norte, e abrange as bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar.
A expansão da atividade offshore também traz novas demandas para a operação e a manutenção das unidades.
Em plataformas e navios, obras, inspeções e outras intervenções precisam ser realizadas em áreas elevadas, extensas ou de geometria complexa, muitas vezes com espaço limitado e sem interromper os demais serviços em andamento.
Essas condições tornam o planejamento dos meios de acesso uma etapa importante para a execução dos trabalhos.
Dependendo das características do projeto, podem ser utilizados andaimes multidirecionais, plataformas elevatórias, elevadores, escoramentos ou sistemas suspensos, como o QuikDeck, de uso exclusivo da Orguel no Brasil.
Em plataformas marítimas e navios, o QuikDeck pode ser instalado sob a estrutura para criar áreas contínuas de trabalho em pontos de difícil alcance.
“A plataforma suspensa amplia a área disponível para as equipes e permite executar diferentes atividades em uma superfície plana, inclusive em regiões onde outros meios de acesso encontram limitações”, afirma Sérgio Guerra, CEO da Orguel.
Segundo o executivo, a configuração pode ser empregada em serviços de manutenção, inspeção e montagem.
“No ambiente offshore, as condições de acesso têm impacto direto no planejamento e na execução do trabalho. Por isso, é preciso considerar tanto a segurança das equipes quanto as características de cada unidade”, afirma.
O QuikDeck já foi utilizado em serviços de manutenção nas plataformas P-48, P-40, P-25, P-57, dentre outras da Petrobras.
Engenharia de acesso em alto-mar - Na plataforma P-48, instalada no Campo de Caratinga, na Bacia de Campos (RJ), a Orguel utilizou o QuikDeck em serviços de hidrojateamento e pintura.
O trabalho exigia acesso a diferentes pontos da unidade, sobre o mar e em alturas distintas.
Montado em três níveis suspensos e móveis, com fixação por correntes, o sistema criou superfícies contínuas para a execução dos serviços de manutenção.
ROG.e 2026 - O setor de petróleo e gás estará no centro dos debates da ROG.e 2026, que será realizada de 21 a 24 de setembro, no Riocentro, no Rio de Janeiro.
O evento reunirá empresas, executivos e especialistas da cadeia de energia para discutir temas como exploração e produção, cadeia de suprimentos, segurança energética, descarbonização e novas tecnologias.

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