Assessoria de Imprensa
19/05/2026 00h01
A Tupy anunciou os resultados do primeiro trimestre de 2026. O período foi marcado pela geração de caixa operacional de R$ 198 milhões, recorde da companhia para um primeiro trimestre, um salto de 192% em relação ao 1T25.
O desempenho é fruto de uma gestão rigorosa do capital de giro, que reduziu o ciclo de conversão de caixa em 15 dias na comparação anual.
A companhia avançou significativamente na otimização de seu footprint industrial.
As iniciativas já geraram benefícios de R$ 22 milhões neste trimestre. A administração projeta ganhos de R$ 100 milhões em 2026 e de
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A Tupy anunciou os resultados do primeiro trimestre de 2026. O período foi marcado pela geração de caixa operacional de R$ 198 milhões, recorde da companhia para um primeiro trimestre, um salto de 192% em relação ao 1T25.
O desempenho é fruto de uma gestão rigorosa do capital de giro, que reduziu o ciclo de conversão de caixa em 15 dias na comparação anual.
A companhia avançou significativamente na otimização de seu footprint industrial.
As iniciativas já geraram benefícios de R$ 22 milhões neste trimestre. A administração projeta ganhos de R$ 100 milhões em 2026 e de R$ 180 milhões anuais a partir de 2027.
Esse movimento - conforme explica a empresa - visa criar uma base operacional mais eficiente, com alocação de produtos de acordo com as características e vocação de cada planta.
A receita líquida totalizou R$ 2,3 bilhões, uma retração de 7% frente ao 1T25.
O Ebitda ajustado foi de R$ 99 milhões, com margem de 4,3%. O resultado foi impactado principalmente pelo câmbio, tendo a valorização do Real e do Peso Mexicano frente ao Dólar afetando o Ebitda em R$ 95 milhões.
A queda nos volumes de vendas e produção teve impacto negativo de R$ 89 milhões. Esses impactos foram parcialmente mitigados por ganhos de eficiência operacional e mix de produtos mais favorável, com efeito positivo de R$ 50 milhões.
A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 94 milhões, decorrente do menor desempenho operacional no período.
A dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 2,1 bilhões, uma redução de 18% comparada ao 1T25. A alavancagem financeira atingiu 4,02x.
A subsidiária MWM demonstrou solidez, com receitas de R$ 630 milhões, um aumento de 8% contra o 1T25, representando 27% do faturamento total da Tupy.
Além disso, no primeiro trimestre foram entregues 100 caminhões a biometano e GNV para coleta urbana no Rio de Janeiro em parceria com a BMB, unidade de soluções especiais do Grupo Vamos.
A MWM - conforme afirma a fabricante - também fortaleceu sua parceria tecnológica com a Yuchai, um dos maiores fabricantes de motores do mundo, para escalar soluções sustentáveis ao aplicar motores a biometano e a etanol em diversos segmentos, como veículos de coleta urbana, transporte público, caminhões voltados ao segmento produtor de etanol e biometano, grupos geradores e motores marítimos de grande porte.
Recuperação no mercado americano de caminhões - Outros sinais destacam a recuperação gradual em mercados estratégicos, com reflexos para a Tupy nos próximos trimestres.
Na América do Norte, os pedidos de compra de caminhões para as montadoras cresceram 53% no 1T26, refletindo a redução de incertezas comerciais e melhores preços de fretes.
Já no mercado europeu, as vendas cresceram 10% em relação ao 1T25, impulsionadas por investimentos em infraestrutura e transporte.
Para o restante de 2026, a Tupy estima faturamento superior a R$ 600 milhões proveniente de novos contratos no segmento de veículos comerciais pesados (Classe 8) na América do Norte

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