Assessoria de Imprensa
24/08/2026 14h20
A busca por maior capacidade produtiva, desempenho e segurança está mudando a forma como as mineradoras estruturam suas operações.
Nesse cenário, equipamentos associados à construção pesada, como escavadeiras hidráulicas, tratores de esteiras, carregadeiras de rodas e motoniveladoras, vêm ampliando sua participação nas atividades de apoio às minas, assumindo funções cada vez mais estratégicas para a operação.
Antes concentradas principalmente em obras de infraestrutura, essas máquinas passaram a integrar de forma crescente atividades como abertura e manutenção de acessos, ap
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A busca por maior capacidade produtiva, desempenho e segurança está mudando a forma como as mineradoras estruturam suas operações.
Nesse cenário, equipamentos associados à construção pesada, como escavadeiras hidráulicas, tratores de esteiras, carregadeiras de rodas e motoniveladoras, vêm ampliando sua participação nas atividades de apoio às minas, assumindo funções cada vez mais estratégicas para a operação.
Antes concentradas principalmente em obras de infraestrutura, essas máquinas passaram a integrar de forma crescente atividades como abertura e manutenção de acessos, apoio à lavra, terraplenagem, drenagem, carregamento complementar, manutenção de pilhas, limpeza de áreas operacionais e conservação das vias internas das minas.
O movimento reflete uma nova lógica operacional, na qual diferentes tipos de equipamentos atuam de forma complementar para aumentar a eficiência da operação como um todo.
Segundo Paulo Torres, vice-presidente da Divisão de Equipamentos de Construção da Komatsu, a mineração vem incorporando conceitos já consolidados em outros segmentos, buscando utilizar cada equipamento na atividade em que entrega o melhor desempenho.
"As mineradoras passaram a olhar toda a operação de maneira mais estratégica. Hoje existe uma compreensão clara de que diferentes atividades exigem soluções específicas. Em diversas aplicações de apoio, equipamentos tradicionalmente utilizados na construção entregam elevada produtividade, robustez e excelente custo operacional, contribuindo para uma operação mais eficiente como um todo."
Na prática, esse modelo permite direcionar os equipamentos de mineração de maior porte para as atividades em que sua capacidade é efetivamente necessária, aumentando a disponibilidade da frota e reduzindo custos nas operações de apoio.
Outro fator que impulsiona essa transformação é a evolução tecnológica das máquinas. Recursos como telemetria, monitoramento remoto, manutenção preditiva, gestão inteligente de frota e teleoperação passaram a fazer parte das operações de apoio, permitindo maior controle sobre os equipamentos, redução de paradas não programadas e mais segurança para operadores que atuam em áreas críticas.
De acordo com a Komatsu, esse movimento já é percebido na demanda pelos equipamentos da Divisão de Construção destinados ao segmento mineral, especialmente escavadeiras hidráulicas, tratores de esteiras, carregadeiras de rodas e motoniveladoras empregadas nas atividades de infraestrutura e apoio às minas.
Para Ricardo Alexandre, vice-presidente da Divisão de Equipamentos de Mineração da Komatsu, a evolução da mineração passa pela integração entre equipamentos, pessoas e tecnologia.
"Hoje, eficiência operacional significa combinar diferentes equipamentos e tecnologias para que cada um desempenhe exatamente a função em que oferece o melhor resultado. Máquinas de construção, equipamentos de mineração e soluções digitais passaram a atuar de forma complementar, aumentando a disponibilidade e segurança operacional e reduzindo custos”.
A expectativa da companhia é que essa tendência continue se intensificando nos próximos anos, acompanhando a evolução tecnológica da mineração e a crescente demanda por operações mais eficientes, conectadas e sustentáveis.
Esse cenário também acompanha um ciclo positivo para o segmento mineral brasileiro. Segundo o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM), estão previstos US$ 76,9 bilhões em investimentos no setor até 2030, reforçando a perspectiva de expansão e modernização das operações no País.
Esse movimento está alinhado ao novo ciclo de investimentos da Komatsu no Brasil. Após investir R$ 161 milhões entre 2023 e 2025 na modernização de seu parque fabril em Suzano, SP, a companhia anunciou mais R$ 100 milhões para os próximos dois anos.
O plano prevê ampliar a capacidade produtiva em mais de 50% até 2030, fortalecer o portfólio nacional e acelerar a incorporação de tecnologias voltadas à digitalização, automação e eficiência operacional.
24 de agosto 2026

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