
Atualmente, os canteiros registram um descompasso entre as expectativas dos profissionais e os estilos de gestão. Enquanto aprendizes relatam falta de compreensão, gestores falham na entrega de instruções. Esse cenário ocorre em um momento de mudança demográfica, pois até 2030 as gerações Millennials e Z representarão 74% da força de trabalho.
As empresas agora priorizam tanto a retenção de funcionários quanto o recrutamento. A substituição de profissionais especializados gera custos que atingem 200% do valor do salário anual. Para Sydne Jacques, CEO da Next Level Leadership, o setor vive uma nova era. “Não é fraqueza dizer que precisamos mudar”, diz a executiva em artigo da ConExpo 365 News.
O modelo de promoção na construção civil baseia-se em experiência e perícia técnica, mas esses fatores já não garantem uma liderança


Atualmente, os canteiros registram um descompasso entre as expectativas dos profissionais e os estilos de gestão. Enquanto aprendizes relatam falta de compreensão, gestores falham na entrega de instruções. Esse cenário ocorre em um momento de mudança demográfica, pois até 2030 as gerações Millennials e Z representarão 74% da força de trabalho.
As empresas agora priorizam tanto a retenção de funcionários quanto o recrutamento. A substituição de profissionais especializados gera custos que atingem 200% do valor do salário anual. Para Sydne Jacques, CEO da Next Level Leadership, o setor vive uma nova era. “Não é fraqueza dizer que precisamos mudar”, diz a executiva em artigo da ConExpo 365 News.
O modelo de promoção na construção civil baseia-se em experiência e perícia técnica, mas esses fatores já não garantem uma liderança eficaz. Segundo Jacques, as organizações promovem pessoas por executarem bem o trabalho, porém não oferecem o treinamento necessário de liderança para o sucesso na nova função.
O comando atual exige autodisciplina, regulação emocional e comunicação clara, uma vez que profissionais mais jovens buscam feedback e ambientes positivos de trabalho. “A próxima geração não é mais fraca, mas diferente”, afirma Kristina McMillan, diretora de desenvolvimento de negócios da Ironmark. “E a geração mais velha não está travada, mas se adaptando.”
Trabalhadores jovens procuram mais do que compensação financeira, valorizando oportunidades de crescimento, flexibilidade e mentorias. Para reter esses talentos, as empresas precisam estabelecer trajetórias claras. “Se um jovem de 20 anos deseja ingressar em seu negócio, é preciso definir um caminho”, comenta McMillan, reforçando que esses profissionais precisam entender como crescerão para sustentar suas famílias.
Empresas como a Ironmark incluem funcionários jovens em discussões de alto nível para estimular a contribuição com ideias e novas perspectivas. Em alguns casos, os colaboradores apresentam processos ou novos métodos porque possuem visões diferentes sobre o trabalho.
O setor também adota programas de mentoria fora da estrutura direta de subordinação e a chamada “mentoria reversa”. Nessa modalidade, líderes experientes aprendem com os funcionários mais novos sobre estilos de comunicação e uso de novas tecnologias. O objetivo é, na prática, demonstrar como funcionam a prestação de contas e a comunicação em um ambiente com múltiplas gerações. Boa Leitura.
Silvimar Fernandes Reis
Presidente do Conselho Editorial

Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP
Telefone (11) 3662-4159
© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade