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05 de junho de 2018
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Especial Sobratema 30 Anos / Operações a distância

Além disso, há a possibilidade de se eliminar um ajudante de operação. Quando o caminhão está estacionado na lateral da calçada para a troca do poste, o operador embarcado não tem um campo de visualização do lado oposto, onde acontece a movimentação do içamento. “Normalmente, outra pessoa orienta com comandos para estender, levantar ou recolher o braço do guindaste”, explica Gateli. “Com o uso do controle remoto não há necessidade desse ajudante e o operador tem a liberdade de fazer a conexão das operações, ou seja, ele conecta a carga na ponta da lança e assume o transmissor do controle remoto.”

Sistemas de operação aumentam a produtividade em rolos compactadores de valas

COMPACTAÇÃO

Além da segurança, também há aspectos de produtividade. No caso específico do rolo compactador de valas operado por controle remoto, o uso é feito em locais de difícil acesso, por pessoas ou equipamentos convencionais. No modelo BMP 8500, da Bomag, de 1.500 kg, as funções são totalmente automatizadas para proporcionar segurança e economia nos custos operacionais, além de diminuir a probabilidade de erros de execução que possam resultar em perdas financeiras ou mesmo humanas.

Sem o uso de um compactador operado por controle remoto, é necessário posicionar uma pessoa em um equipamento pesado, o que pode ser arriscado, segundo Juliano Gewehr, especialista de engenharia de aplicação e vendas da Bomag Marini Latin America. “Os equipamentos estão cada vez mais aperfeiçoados no sentido de prover segurança e aumento de produtividade”, observa. “No caso específico de rolos compactadores, no passado o operador era responsável por controlar todas as variáveis de aplicação, como número de passadas, controle de vibração, aumento da densidade do solo conforme comportamento do equipamento, entre outras. Hoje, a maioria das funções é realizada por sistemas automatizados e a função do operador é monitorar o funcionamento desses sistemas, diminuindo bastante a probabilidade de erros de execução que poderiam comprometer a qualidade da obra.”

Com menor probabilidade de erros, também há menos paradas das máquinas. “Como são sistemas de fácil uso, não requerem alta capacitação para serem utilizados”, acrescenta Gewehr. Segundo ele, os equipamentos autônomos não substituem o operador no canteiro de obras, “até porque quem trabalhava com um rolo defasado tecnicamente, pode operar um rolo de última geração, via controle remoto, que produz mais”.

Produção editorial: Revista M&T – Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral