Potência operacional — Revista M&T
Terça-feira, 27 de outubro de 2026

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M&T nº 205Setembro 2016 Matéria 9 de 18
Sumário
  1. EditorialA corrida pela emissão zero
  2. Controle De EmissõesAgora é pra valer
  3. BritagemSolução portátil
  4. InvestimentosA bola da vez
  5. LançamentoReforço na frota
  6. Soluções FlorestaisForte por natureza
  7. ExportaçãoAlém do horizonte
  8. CompactosPor um lugar ao sol
  9. ComponentesPotência operacional
  10. MercadoUm passo à frente para os chineses
  11. EmpilhadeirasRobustez onde mais precisa
  12. EmpresaMaturidade nos negócios
  13. A Era Das MáquinasGuindastes de torre entram em cena
  14. ManutençãoCapacitação virtual
  15. Entrevista"A indústria sairá mais produtiva da crise"
  16. Compactos & FerramentasForça auxiliar
  17. Coluna YoshioEstamos mesmo evoluindo?
  18. Tabela Custo HorárioTabela referente ao ano de 2016
  19. Painel16 notas e colunas
Componentes

Potência operacional

Por meio de aceleração mais rápida e maior velocidade média, fabricante mostra como sistemas automáticos de transmissão resultam em maior produtividade de caminhões betoneira

Exclusivo M&T 10 de setembro de 2016 · Edição 205

Precursora na introdução de transmissões totalmente automatizadas para caminhões betoneira no mercado brasileiro, a Allison Transmission vem apostando nas vantagens desse sistema como diferencial tecnológico. E isso inclui demonstrações práticas, como a realizada recentemente no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba (SP), quando foram colocadas lado a lado duas unidades do caminhão VW 26.280 6x4, um equipado com transmissão manual e outro com a transmissão Allison 3500.

Os veículos foram submetidos às mesmas provas, que simulavam diferentes situações da rotina diária da construção. Segundo o gerente de marketing da Allison para a América Latina, Antonio Novaes, a demonstração evidencia os ganhos que a transmissão automática propicia, principalmente em relação à velocidade média de trabalho, resultando em um significativo aumento de produtividade – ou seja, quantas viagens/dia a mais podem ser feitas e consequente percentual extra de lucratividade. “Com a transmissão automática, o condutor conta com uma operação mais simples e segura, pois as trocas de embreagem são eliminadas e a vida do motor e dos componentes é prolongada”, diz ele. “Além disso, evitam-se erros do operador, com maior resistência em trabalhos mais severos, maior disponibilidade, menos paradas para manutenção e melhor controle em terrenos acidentados.”

PRODUTIVIDADE

Segundo Thiago Naman, gerente de contas da Allison para a América do Sul, os caminhões equipados com transmissão automática são comprovadamente mais produtivos. “Os caminhões betoneira com câmbio manual apresentam desgaste elevado no sistema de embreagem, exigindo manutenção frequente”, comenta.

Já os veículos com sistemas automáticos proporcionam acelerações até 14% mais rápidas e trocas de marcha sem perda de potência, utilizando a melhor faixa de rotação do motor. “Isso se deve também à presença da Continuous Power Technology que, por meio de seu conversor de torque, multiplica o torque máximo do motor para as rodas, proporcionando melhor desempenho e arrancada mais rápida, além de contar com maior flexibilidade operacional”, acresce o gerente.

Além disso, o veículo também pode operar com agilidade em velocidades mais baixas, o que é bastante comum nos canteiros de obras. “Manobras em espaços reduzidos, irregulares e escorregadios são facilitadas em função de não haver necessidade de modular a embreagem”, conclui Evaldo Oliveira, diretor de operações da Allison para a América Latina.

 

 

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