Atlas Copco fornece rompedores ao Mineirão — Revista M&T
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M&T nº 141Novembro 2010 Matéria 7 de 22
Sumário
  1. EditorialPersonalização de equipamentos e tecnologias
  2. ObraRio, canteiro de obras
  3. ObraO “Rodoanel” do Rio de Janeiro
  4. Classificação De MateriaisTecnologia sob medida
  5. Análise De ÓleoUm passo à frente das falhas
  6. Implementos De DemoliçãoDestruição criativa
  7. Implementos De DemoliçãoAtlas Copco fornece rompedores ao Mineirão
  8. Mão De ObraCaminhão escola treina no canteiro
  9. EmpresaSKF amplia tecnologias para rolamentos
  10. EmpresaComingersoll incorpora linha de compactação da Ammann
  11. EmpresaNovo player no mercado de plataformas aéreas
  12. EmpresaPerfuração no ponto exato
  13. EmpresaSany reforça canais de distribuição
  14. EmpresaZoomlion amplia negócios no Brasil
  15. EmpresaPosto avançado em perfuração
  16. EmpresaMeggadig quer 5% do mercado em 2011
  17. PerfilLocação em ritmo acelerado
  18. ManutençãoProjetadas para sofrer poucas intervenções
  19. Espaço AbertoVolvo lança motores que atendem ao Proconve 7
  20. Espaço AbertoTecnologia da Scania monitora consumo de combustível
  21. Espaço AbertoCraft amplia capacidade de reciclar resíduos de construção
  22. Espaço AbertoGE cria centro de competência em Contagem
  23. Painel7 notas e colunas
Implementos De Demolição

Atlas Copco fornece rompedores ao Mineirão

Equipamentos ajudaram a Detronic a reduzir o prazo de execução da obra de 150 para cerca de 120 dias

Exclusivo M&T 8 de dezembro de 2010 · Edição 141

Vencedora do segundo e maior lote de obras de reforma do estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, a Detronic recebeu a missão de demolir toda a área da Geral, setor onde serão instaladas as cadeiras da arquibancada de acordo com as normas estabelecidas pela Fifa. Para dar conta do prazo e do volume de intervenções, a empresa adotou diversas modelos de rompedores hidráulicos da Atlas Copco.

Segundo Ayres de Azevedo Barreto, diretor da Detronic, o lote de obras da empresa inclui ainda o rebaixamento do gramado em 3,40 metros, um trabalho de terraplenagem que demandou a retirada de 70 mil m³ de terra, e a demolição de placares eletrônicos e salas internas do estádio.

Para executar o escopo citado, Barreto explica que a empresa montou uma engenharia de demolição, cuja primeira etapa compreendeu a abertura dos acessos para a entrada dos equipamentos de grande porte. “Utilizamos os rompedores hidráulicos SB 152, de 150 kg, acoplados à miniescavadeiras de 4,8 toneladas”, informa o executivo. “Somente equipamentos de porte reduzido como eles poderiam movimentar-se no espaço limitado que tínhamos para essa primeira fase de obras”, completa.

Após criar o acesso para equipamentos maiores, a Detronic começou a demolição da arquibancada, realizada por meio de rompedores de maior porte, como os de 450 kg, 1,7 mil kg e 3,1 mil kg. “Esses implementos foram instalados em máquinas portadoras de até 50 toneladas, realizando a demolição de 2.500 m³ de concreto”, destaca Barreto.

A engenharia projetada pela empresa deu resultados: inicialmente, a demolição do estádio do Mineirão, juntamente com o rebaixamento de gramado, deveria ser realizada em 150 dias, conforme estipulado no edital da obra. “A alta produtividade dos equipamentos em questão permitiu que a obra fosse realizada em menos de 120 dias”, destaca o executivo da Detronic.

Segundo Barreto, a opção por rompedores hidráulicos levou em consideração a versatilidade dos implementos, uma vez que eles podem ser acoplados às máquinas portadoras de tamanhos variados, inclusive uma escavadeira de 20 toneladas com braço alongado, utilizada para demolir locais de difícil acesso.

“Entre as ferramentas de demolição existentes no mercado, os rompedores hidráulicos continuam sendo os mais requisitados”, destaca o especialista. “Eles diferem dos implementos mais específicos, caso dos pulverizadores e das tesouras de demolição. Os primeiros são ideais para processos de reciclagem de ferro e concreto, enquanto as tesouras são as mais indicadas para demolições em locais de fácil acesso, pois são mais pesadas e requerem máquinas portadoras de porte elevado”, finaliza o diretor da Detronic.

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