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ZF reduz dívida com melhoria no desempenho operacional

Grupo de tecnologia reporta vendas de 38,8 bilhões de euros em 2025

Assessoria de Imprensa

20/03/2026 08h16

Em comunicado sobre os resultados de 2025, a ZF afirma ter melhorado o desempenho operacional e superado as projeções de lucro operacional e fluxo de caixa no exercício.

A margem EBIT ajustada passou de 3,5% em 2024 para 4.5% no ano passado, correspondendo a um EBIT ajustado de 1,7 bilhão de euros (contra 1,5 bilhão de euros em 2024).

O fluxo de caixa livre ajustado atingiu 1,4 bilhão de euros (305 milhões de euros em 2024).

Por sua vez, as vendas totalizaram 38,8 bilhões de euros, contra 41,4 bilhões de euros no exercício anterior.

“Apesar da volatilidade macroeconômica e da dinâmica moderada do mercado glo

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Em comunicado sobre os resultados de 2025, a ZF afirma ter melhorado o desempenho operacional e superado as projeções de lucro operacional e fluxo de caixa no exercício.

A margem EBIT ajustada passou de 3,5% em 2024 para 4.5% no ano passado, correspondendo a um EBIT ajustado de 1,7 bilhão de euros (contra 1,5 bilhão de euros em 2024).

O fluxo de caixa livre ajustado atingiu 1,4 bilhão de euros (305 milhões de euros em 2024).

Por sua vez, as vendas totalizaram 38,8 bilhões de euros, contra 41,4 bilhões de euros no exercício anterior.

“Apesar da volatilidade macroeconômica e da dinâmica moderada do mercado global, o resultado representa um crescimento orgânico de 0,6%”, destacou.

Decisões – No escopo das decisões estratégicas tomadas em 2025, a empresa encerrou vários projetos de mobilidade elétrica não lucrativos antes do previsto.

Na visão da empresa, devido ao ritmo de crescimento mais lento do que o esperado da mobilidade elétrica, os programas não teriam alcançado a rentabilidade esperada.

A decisão resulta em uma baixa pontual de aproximadamente 1,6 bilhão de euros, principal razão pelo prejuízo contábil de cerca de 2,1 bilhões de euros registrado pela ZF.

A avaliação é que, embora tenha gerado prejuízo contábil, a medida deve ampliar a flexibilidade estratégica da empresa.

"Operacionalmente, ultrapassamos as metas de 2025. O desempenho e a rentabilidade têm prioridade sobre as vendas e o tamanho”, disse Mathias Miedreich, CEO da ZF na apresentação anual de resultados, em Friedrichshafen.

"Os números refletem o nosso passado, enquanto a nossa dinâmica de negócios aponta para o nosso futuro”, destacou.

Miedreich também delineou prioridades destinadas a reforçar a competitividade no longo prazo.

Segundo ele, isso inclui reforço da posição financeira através de dívida disciplinada e melhoria operacional, investimento orientado em domínios estratégicos fundamentais e construção de uma estrutura e cultura organizacional mais ágeis, que permitam decisões rápidas e orientadas para o mercado.

“Reduzir nossos passivos financeiros continua sendo nossa principal prioridade”, acentuou.

Desalavancagem – De fato, em 2025 a ZF abateu as obrigações financeiras em cerca de 250 milhões de euros, reduzindo a dívida líquida para 10,2 bilhões de euros, apesar do cenário desafiador.

“Essa desalavancagem é um importante sinal de estabilidade e confiança para colaboradores, clientes e mercados de capitais”, disse o CFO da companhia, Michael Frick.

“Continuaremos essa trajetória de redução da dívida orgânica, complementada por desinvestimentos seletivos”, assinalou.

Ações – No ano passado, um passo fundamental foi a venda do negócio Advanced Driver Assistance Systems (ADAS) para a Harman.

Além disso, a empresa estruturou o negócio de energia eólica como uma unidade autônoma.

Outro marco significativo foi o acordo obtido para reestruturar a Divisão de Tecnologia de Powertrain Elétrico (E) de forma independente, destacou o comunicado.

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