Inovação
Assessoria de Imprensa
31/08/2016 00h00 | Atualizada em 06/09/2016 16h48
O Brasil possui uma das maiores malhas rodoviárias do mundo e, de acordo com a pesquisa realizada em 2015 pela Confederação Nacional de Transportes (CNT), o percentual de estradas com problemas chega a 53%.
Grande parte dos problemas existentes na malha rodoviária brasileira está relacionada com a pavimentação. Normalmente o pavimento é analisado através da medição de suas irregularidades longitudinais.
Este processo consiste na análise dos desníveis longitudinais da via ao longo de um determinado trecho, e tem como resultado um índice, que define a qualidade do pavimento.
No Brasil, os órgãos e agências reguladoras utilizam os índices de irregularidade
...O Brasil possui uma das maiores malhas rodoviárias do mundo e, de acordo com a pesquisa realizada em 2015 pela Confederação Nacional de Transportes (CNT), o percentual de estradas com problemas chega a 53%.
Grande parte dos problemas existentes na malha rodoviária brasileira está relacionada com a pavimentação. Normalmente o pavimento é analisado através da medição de suas irregularidades longitudinais.
Este processo consiste na análise dos desníveis longitudinais da via ao longo de um determinado trecho, e tem como resultado um índice, que define a qualidade do pavimento.
No Brasil, os órgãos e agências reguladoras utilizam os índices de irregularidade QI (Quociente de Irregularidade) e IRI (International Roughness Index - Índice Internacional de Irregularidade) para caracterizar a qualidade de uma rodovia.
A irregularidade longitudinal, tão comum nas estradas brasileiras, pode ser provocada pela deterioração/desgaste do pavimento ou até mesmo pelo método construtivo.
No Brasil não é difícil encontrar situação de reconstituição de pavimento, onde a geometria anterior é copiada, tanto pela fresadora, como pela pavimentadora.
Neste caso, se o pavimento anterior possuía muita irregularidade longitudinal, a reconstituição, apesar de renovar o pavimento, não melhora em nada a questão da irregularidade, pois o método construtivo simplesmente copia a superfície anterior, garantindo apenas a espessura da nova camada lançada.
A maioria das pavimentadoras no Brasil conta com algum tipo de tecnologia para acionar eletronicamente a mesa da pavimentadora, de forma a minimizar os erros em função do ajuste manual.
Vale ressaltar que o sistema de nivelamento eletrônico possui sensores que fazem várias leituras e intervenções na mesa por milissegundo, algo que é humanamente impossível de se equiparar.
A tecnologia Moba Big Sonic Ski é utilizada quando se deseja corrigir as irregularidades longitudinais, lançando asfalto na medida certa, nem mais, nem menos.
E foi pensando nisso que a SBS Engenharia em conjunto com a Ecosul, optaram pela utilização da ferramenta na BR-392, uma importante rodovia brasileira que atravessa o centro do estado do Rio Grande do Sul.
O sistema utilizado é composto por uma régua lateral de 9m, configurada com 3 sensores sônicos, que fazem o mapeamento em tempo real da superfície existente.
O sistema processa este mapeamento e aciona a mesa da pavimentadora, de forma a suavizar as irregularidades existentes.
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