Agrolink
04/08/2020 11h00 | Atualizada em 04/08/2020 11h18
Em coletiva de imprensa realizada na semana passada, a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) apresentou os números do setor referentes ao mês de junho.
As exportações foram as mais impactadas com queda de 35% em receita em relação ao mesmo período do ano passado e de 25,4% no ano. Após quatro meses de pandemia os resultados esperados eram ainda mais negativos nos mercados interno e externo.
Com isso, o segundo trimestre do ano encolheu 17,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior e no acumulado de janeiro a junho, o faturamento do setor caiu 8,5%.
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Em coletiva de imprensa realizada na semana passada, a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) apresentou os números do setor referentes ao mês de junho.
As exportações foram as mais impactadas com queda de 35% em receita em relação ao mesmo período do ano passado e de 25,4% no ano. Após quatro meses de pandemia os resultados esperados eram ainda mais negativos nos mercados interno e externo.
Com isso, o segundo trimestre do ano encolheu 17,4% na comparação com o mesmo período do ano anterior e no acumulado de janeiro a junho, o faturamento do setor caiu 8,5%.
O segmento de máquinas agrícolas foi o que teve a menor queda em receitas de exportação, de 0,4% no ano. Já no mês de junho a queda foi de 18%. O setor representa 11% de todo montante de máquinas, sendo o terceiro em importância.
De acordo com o presidente executivo da Abimaq, José Velloso Dias Cardoso, se a exportação estivesse melhor o setor estaria em crescimento, no entanto, os impactos do câmbio dificultaram o desempenho.
Para o segundo semestre não há previsão de recuperação. O setor projeta fechar o ano com queda entre 8 a 10%. “No ano passado a exportação representou 36% do faturamento. A tendência é que continue ruim. No mercado interno o que ajuda foi o bom desempenho do agronegócio e a indústria de consumo de bens não duráveis como alimentos, embalagens, plástico e medicamentos”, explica.
O presidente da entidade, João Carlos Marchesan, apontou que o agronegócio puxou a demanda do setor ou a queda seria maior. Este segmento em específico deve crescer 5% este ano.
“O que precisamos agora são medidas de impacto como a Reforma Tributária de forma total e justa. Não aumentar imposto e sim colocar o Brasil para andar. Estamos cansados de viver de tombos em crises econômicas”, apontou.
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