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02 de novembro de 2021
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NLMK reduz em 4% emissões de CO₂ por tonelada de aço vendido em cinco anos

Siderúrgica completa sete anos da operação no Brasil e investe para diminuir emissões de gases de efeito estufa na fabricação de aços de alta resistência
Fonte: Assessoria de Imprensa

O Grupo NLMK se preocupa com o desenvolvimento sustentável em suas unidades fabris e, nos últimos cinco anos, reduziu suas emissões de CO2 por tonelada de ferro-gusa e aço vendido em 4%, de 1,98 tonelada em 2016 para 1,90 tonelada em 2020.

A meta é reduzir as emissões em mais 3%, para 1,84 tonelada até 2023. Atualmente sua produção de aço é escoada para mais de 70 países, incluindo o Brasil.

Recentemente, o Grupo NLMK e a Gazprom Neft, uma das maiores empresas de petróleo da Rússia, assinaram um memorando de cooperação para redução de gases de efeito estufa.

“Estamos felizes em unir forças com nosso parceiro Gazprom Neft na descarbonização. Nossos esforços conjuntos no desenvolvimento de energia de hidrogênio e de captura, utilização e armazenamento de carbono irão acelerar a introdução de novas tecnologias para a redução da pegada climática”, afirma Sergey Chebotarev, vice-presidente da NLMK para Energia e Meio Ambiente.

No decorrer de 2020, o Grupo NLMK juntou-se ao programa Step Up, da Associação Mundial do Aço (World Steel Association) para diminuição das emissões de CO2, com a adoção de medidas para aumentar a produtividade de equipamentos, diminuir ...


O Grupo NLMK se preocupa com o desenvolvimento sustentável em suas unidades fabris e, nos últimos cinco anos, reduziu suas emissões de CO2 por tonelada de ferro-gusa e aço vendido em 4%, de 1,98 tonelada em 2016 para 1,90 tonelada em 2020.

A meta é reduzir as emissões em mais 3%, para 1,84 tonelada até 2023. Atualmente sua produção de aço é escoada para mais de 70 países, incluindo o Brasil.

Recentemente, o Grupo NLMK e a Gazprom Neft, uma das maiores empresas de petróleo da Rússia, assinaram um memorando de cooperação para redução de gases de efeito estufa.

“Estamos felizes em unir forças com nosso parceiro Gazprom Neft na descarbonização. Nossos esforços conjuntos no desenvolvimento de energia de hidrogênio e de captura, utilização e armazenamento de carbono irão acelerar a introdução de novas tecnologias para a redução da pegada climática”, afirma Sergey Chebotarev, vice-presidente da NLMK para Energia e Meio Ambiente.

No decorrer de 2020, o Grupo NLMK juntou-se ao programa Step Up, da Associação Mundial do Aço (World Steel Association) para diminuição das emissões de CO2, com a adoção de medidas para aumentar a produtividade de equipamentos, diminuir o consumo de recursos, melhorar a qualidade da matéria-prima e aumentar a confiabilidade dos processos de produção.

Essas medidas visam atingir os níveis de melhores práticas globais na redução das emissões de GEE (gases de efeito estufa).

Como parte do seu programa ambiental, recentemente a unidade fabril de beneficiamento de Stoilensky, do Grupo NLMK, na Rússia, está passando por uma atualização ambiental no sistema de purificação de ar que permitirá uma redução de 10 vezes na concentração de poeira no ar na zona de trabalho e reduzir pela metade as emissões atmosféricas brutas. As obras devem ser concluídas ainda 2021. O investimento é de cerca de 700 milhões de rublos.

Operação brasileira – A operação brasileira da companhia está completando 7 anos, por meio da NLMK South America, e mesmo com os revezes da pandemia, segue com uma perspectiva otimista de ampliar o alcance dos aços de alta resistência no mercado nacional que é o foco de suas soluções. Os aços de alta resistência da NLMK são oriundos da fábrica na Bélgica.

Hoje o Grupo NLMK é considerado o maior exportador de lingotes de aço bruto. A sua estratégia global baseia-se na verticalização da produção: extrai a matéria-prima, a enriquece e transforma em produto final.

Com esse intuito tem suas próprias minas de minério de ferro e carvão, ou seja, é autossuficiente nesses insumos, podendo atender à demanda global por aço especial. Em seus processos industriais, está entre os maiores consumidores de nióbio e, por não ter suas minas próprias, compra o elemento de produtores brasileiros.