New Wave conquista patentes verdes por tecnologias para segregação de minerais  — Revista M&T
Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Tecnologia e inovação para
construção e mineração

Assinar newsletter Mais de 42 mil profissionais recebem a newsletter
Início› Notícias› Sustentabilidade ← Voltar
Sustentabilidade

New Wave conquista patentes verdes por tecnologias para segregação de minerais 

Método Wave foi certificado pelo INPI considerando seu impacto significativo na redução da emissão de CO₂, baixo consumo de água e economia circular

Redação M&T 30/08/2023 às 09h19
New Wave conquista patentes verdes por tecnologias para segregação de minerais 

Assessoria de Imprensa

Nos últimos dois anos, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) concedeu quatro patentes verdes para a New Wave, holding global focada no desenvolvimento de rotas e tecnologias sustentáveis para o setor minero-siderúrgico, garantindo o direito de uso exclusivo de suas tecnologias pelas próximas duas décadas.

A chamada “patente verde” consiste em um programa desenvolvido pelo INPI com o objetivo de priorizar pedidos de patentes que atendam ao requisito de alta sustentabilidade nas áreas de energias alternativas, transportes, conservação, gerenciamento de resíduos e agricultura sustentável.

Continue lendo gratuitamente

O restante desta reportagem é exclusivo para leitores cadastrados. O cadastro é gratuito e leva menos de um minuto.

Continuar lendo
Já tem cadastro? Entrar

Mais notícias sobre esse tema

Ver todas

Mais lidas da semana

  1. 1 Internacional Volvo apresenta nova linha de caminhões vocacionais para o mercado norte-americano
  2. 2 M&A Metso adquire a Italbronze para fortalecer a atuação em britagem
  3. 3 Artigo Manutenção de máquinas agrícolas: o insumo silencioso que protege a rentabilidade da safra
  4. 4 Empresas Vamos leva solução semiautônoma de transbordo à operação da Adecoagro
Uma publicação Sobratema

A Revista M&T é editada pela Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos.

Conheça a Sobratema →