Assessoria de Imprensa
18/03/2026 10h31 | Atualizada em 18/03/2026 10h41
Em 2026, a Philippi-Hagenbuch comemora o 25º aniversário de produção de seus tanques de água da linha HiVol.
A fabricação dos equipamentos teve início em 2001 para controle de poeira em operações que utilizam caminhões fora de estrada.
Nos últimos 25 anos, foram produzidas mais de 100 unidades, sendo que todas permanecem em operação.
Antes disso, a empresa fabricou caçambas personalizadas para caminhões de carga durante 30 anos, quando os clientes solicitaram o desenvolvimento de tanques de água.
A empresa passou então a estudar as dimensões e especificaçõ
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Em 2026, a Philippi-Hagenbuch comemora o 25º aniversário de produção de seus tanques de água da linha HiVol.
A fabricação dos equipamentos teve início em 2001 para controle de poeira em operações que utilizam caminhões fora de estrada.
Nos últimos 25 anos, foram produzidas mais de 100 unidades, sendo que todas permanecem em operação.
Antes disso, a empresa fabricou caçambas personalizadas para caminhões de carga durante 30 anos, quando os clientes solicitaram o desenvolvimento de tanques de água.
A empresa passou então a estudar as dimensões e especificações necessárias, identificando que o volume de um tanque de água equivale ao de caçambas de carvão.
Após analisar outros modelos disponíveis e consultar usuários sobre as dificuldades com os produtos, foi projetado um tanque quadrado com teto plano.
Segundo a companhia, o formato quadrado desloca o centro de gravidade e permite que o caminhão utilize a capacidade total de carga.
A primeira unidade foi entregue ao condado de Campbell, Wyoming (EUA), em março de 2001, onde continua em uso até hoje.
A fabricação utiliza aço Hardox 450, material que – segundo a fabricante – apresenta maior dureza e resistência à corrosão em comparação ao aço empregado em outros modelos.
Já para operações em ambientes com alta acidez, a empresa disponibiliza o aço Hardox HiAce.
Existem ainda opções de tanques isolados e com sistema de aquecimento, para uso em temperaturas de até -40ºC.
No interior do tanque é aplicado um primer resistente à ferrugem, técnica que substitui o revestimento de epóxi, que pode reter água atrás da camada protetora e causar rachaduras no aço.
O sistema interno contém estabilizadores e anteparos que dividem a água em compartimentos, reduzindo a movimentação do líquido e mantendo a estabilidade do veículo.
O projeto também inclui portas internas e externas e pontos de acesso no topo para facilitar a manutenção.
“Tanques comuns no mercado duram entre cinco e sete anos”, comenta Josh Swank, diretor de novos negócios da Philippi-Hagenbuch.
“Mas o nosso objetivo é fornecer equipamentos com vida útil de várias décadas”, ele ressalta.

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