ABRIR
FECHAR
ABRIR
FECHAR
21 de dezembro de 2021
Voltar

Librelato investe na criação da primeira Reserva Particular do Patrimônio Natural em Laguna, SC

Área contará com a construção de um Parque Ecológico para replantio sustentável do Butiá, planta nativa da região Sul do País
Fonte: Assessoria de Imprensa

A Librelato, uma das três maiores empresas de implementos rodoviários do Brasil, investe na criação de uma RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural –, dentro de uma área de sua propriedade, de 25,98 hectares, localizada na cidade de Laguna, Santa Catarina.

A área transformada em RPPN representa 55% da área total do terreno, onde será construído um Parque Ecológico para o replantio sustentável do Butiá, planta que faz parte da paisagem e da cultura da região Sul do País.

O restante da área, cerca de 45% do total, será destinada à implantação de um loteamento para futuras instalações industriais e empresariais. Inicialmente, a empresa investe três milhões de reais, com previsão de chegar a 10 milhões de reais no total.

Agora, a Librelato aguarda aprovação do projeto de replantio dos butiás, que deve acontecer no segundo semestre de 2022. Para os anos seguintes, a Librelato prevê a aplicação de mais recursos para melhorias contínuas e finalização das obras.

Para José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato, a criação de uma RPPN traz várias vantagens ambientais importantes para a região, pois trata-se de mais uma área que passará a ...


A Librelato, uma das três maiores empresas de implementos rodoviários do Brasil, investe na criação de uma RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural –, dentro de uma área de sua propriedade, de 25,98 hectares, localizada na cidade de Laguna, Santa Catarina.

A área transformada em RPPN representa 55% da área total do terreno, onde será construído um Parque Ecológico para o replantio sustentável do Butiá, planta que faz parte da paisagem e da cultura da região Sul do País.

O restante da área, cerca de 45% do total, será destinada à implantação de um loteamento para futuras instalações industriais e empresariais. Inicialmente, a empresa investe três milhões de reais, com previsão de chegar a 10 milhões de reais no total.

Agora, a Librelato aguarda aprovação do projeto de replantio dos butiás, que deve acontecer no segundo semestre de 2022. Para os anos seguintes, a Librelato prevê a aplicação de mais recursos para melhorias contínuas e finalização das obras.

Para José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato, a criação de uma RPPN traz várias vantagens ambientais importantes para a região, pois trata-se de mais uma área que passará a ser protegida no País. Além do transplante de Butiás, haverá reposição florestal com espécies nativas que serão definidas qualitativa e quantitativamente no Projeto de Reposição Florestal.

O executivo explica que, em relação à outras unidades de conservação, as RPPN’s apresentam maior facilidade para sua criação e inserem a iniciativa privada no esforço nacional de conservação do meio ambiente.

“Contribuiremos de forma direta para a proteção de parte da biodiversidade dos biomas brasileiros. Há ainda a possibilidade de cooperação com entidades privadas e públicas na proteção, gestão e manejo da unidade”, explica.

O início das obras está marcado para 2022. A previsão é que o Parque Ecológico ficará pronto em 2023. O prazo de conclusão considera os trâmites da legislação ambiental envolvidos no processo.

O parque estará localizado na região da entrada da Praia do Sol, na BR-101. A área destinada para o plantio de mudas de butiás está estimada em cinco hectares e serão definidas e inseridas na RPPN – Reserva Particular do Patrimônio Natural – após definição do Projeto do condomínio empresarial.

“Com a criação da RPPN, além de possibilitar um ganho ambiental incalculável, com a conservação de várias espécies de flora e fauna, teremos o correto manejo dos Butiás, prevendo não só o cultivo como a exploração sustentável junto às populações ribeirinhas, além de incentivarmos o desenvolvimento de pesquisas científicas e educação ambiental para a região, que não apresenta nas proximidades nenhuma RPPN.

“Isso torna a iniciativa altamente sustentável e positiva com relação à preservação do meio ambiente, impactando de maneira direta toda a região”, afirma José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato.