Assessoria de Imprensa
03/12/2025 13h26 | Atualizada em 08/12/2025 13h08
Por meio de parcerias estratégicas, a Cummins Brasil ampliou seu papel na transição energética e na descarbonização do transporte durante a COP30.
A Cummins como integrante de entidades como Sindipeças, Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) e Instituto MBCBrasil, esteve presente no estande da Coalizão do Biodiesel, que promoveu debates oficiais sobre mobilidade sustentável, transição justa e políticas públicas de baixo carbono.
“A COP30 é um marco para o Brasil e um momento estratégico para o mundo discutir caminhos concretos de descarbonização. Para a Cummins, parti
...

Por meio de parcerias estratégicas, a Cummins Brasil ampliou seu papel na transição energética e na descarbonização do transporte durante a COP30.
A Cummins como integrante de entidades como Sindipeças, Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) e Instituto MBCBrasil, esteve presente no estande da Coalizão do Biodiesel, que promoveu debates oficiais sobre mobilidade sustentável, transição justa e políticas públicas de baixo carbono.
“A COP30 é um marco para o Brasil e um momento estratégico para o mundo discutir caminhos concretos de descarbonização. Para a Cummins, participar desse diálogo é valorizar o potencial da matriz energética brasileira e fortalecer parcerias que impulsionem soluções de baixo carbono”, afirma Luciana Giles, diretora de Comunicação e Relações Governamentais da Cummins América Latina.
Um dos destaques da Cummins na COP30 foi o projeto sobre aceleração da adoção do HVO (Hydrotreated Vegetable Oil), conhecido como diesel verde, desenvolvido com parceiros. O estudo analisa o potencial do HVO como combustível renovável, capaz de reduzir até 60% das emissões de CO₂ sem necessidade de adaptação de frota.
O projeto foi apresentado anteriormente, no Rio de Janeiro (RJ), durante o Primeiro Fórum Global de Inovação da ONU, promovido pelo UN Climate Change – Global Innovation Hub (UGIH), órgão vinculado à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC), entre os dias 5 e 6 de novembro, ocasião em que recebeu avaliação positiva da equipe técnica da entidade internacional.
A iniciativa também foi apresentada no Hub de Inovação da UNFCCC, espaço dedicado a projetos colaborativos que promovem soluções de mitigação climática e inovação em energia limpa.
“O HVO é uma solução concreta e plenamente compatível com a realidade do transporte brasileiro. Ele permite reduzir emissões de forma imediata, sem necessidade de retrofit. O desafio agora é criar políticas públicas e condições de mercado que estimulem sua produção e consumo em larga escala. As propostas se inspiram no legado do Programa Nacional do Álcool (Proálcool), criado há cinco décadas, que transformou o papel do biocombustível na matriz energética brasileira”, afirma a diretora.
O estudo, intitulado “Mobilidade Rodoviária Sustentável”, mapeia fatores técnicos, regulatórios e econômicos que influenciam a adoção do HVO no Brasil. As análises mostram que o combustível oferece vantagens ambientais e operacionais relevantes - como maior eficiência de combustão, redução de até 8% no consumo de combustível e ampliação dos intervalos de manutenção -, além de poder ser utilizado na frota atual e na cadeia de abastecimento já existente.
Vale reforçar que locais que implementaram políticas de incentivo, como a Califórnia, já registram paridade de preços entre o diesel verde e o diesel fóssil, evidenciando que a competitividade depende diretamente de estímulos regulatórios adequados.
No Brasil, o programa Combustível do Futuro prevê atualmente até 3% de mistura voluntária de HVO, o que ainda limita a expansão do produto em escala industrial.
“O Proálcool nos mostrou que políticas consistentes podem transformar o setor energético e posicionar o Brasil na vanguarda da descarbonização. Hoje, temos a oportunidade de fazer o mesmo com novas tecnologias, como o HVO e o biometano, avançando rumo a um transporte mais limpo e competitivo”, complementa a diretora.
Caminhos da descarbonização no transporte pesado - “As rotas de descarbonização são múltiplas e dependem diretamente da infraestrutura energética disponível em cada país.
No Brasil, que já conta com uma base renovável robusta, as soluções de maior impacto imediato para o transporte pesado passam por elevar a eficiência dos motores com tecnologia existente e ampliar o uso de combustíveis renováveis.
"Essa visão envolve toda a cadeia - desde os avanços na produção de biocombustíveis de 1ª, 2ª e 3ª geração até a aplicação prática nos veículos, com baixo impacto operacional e benefícios reais na pegada de carbono ao longo de todo o ciclo”, afirma Suellen Gaeta, gerente Executiva de Conformidade de Produto e Assuntos Regulatórios da Cummins para a América Latina.
Guiada pela estratégia global Destino ao Zero, a Cummins, comenta Suellen, tem trabalhado para tornar a transição energética uma jornada possível e coletiva, investindo em múltiplas soluções — desde motores de combustão mais eficientes e combustíveis alternativos como gás natural, biometano e etanol, até novas rotas em eletrificação e hidrogênio.
"Entre os avanços, destaca-se a plataforma de motores HELM, que permite aos clientes cumprir metas de sustentabilidade e responder às demandas do negócio por meio de uma linha de motores derivada de uma mesma base técnica, mas adaptada a diferentes tecnologias de combustíveis renováveis, ampliando as opções de mobilidade de baixo carbono", finaliza.
15 de julho 2026
15 de julho 2026
14 de julho 2026
14 de julho 2026

Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP
Telefone (11) 3662-4159
© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade