Assessoria de Imprensa
06/04/2026 12h33
O avanço do comércio eletrônico e a reconfiguração das cadeias de suprimentos têm impulsionado uma transformação significativa na infraestrutura logística brasileira.
Nos últimos anos, o país registrou um crescimento consistente no número de galpões logísticos, refletindo a necessidade das empresas de ampliar sua capacidade de armazenagem e distribuição para atender a um consumidor cada vez mais exigente.
De acordo com dados da Newmark, o estoque de condomínios logísticos de alto padrão no Brasil ultrapassou 30 milhões de metros quadrados apenas em 2024, com destaque para regi&otil
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O avanço do comércio eletrônico e a reconfiguração das cadeias de suprimentos têm impulsionado uma transformação significativa na infraestrutura logística brasileira.
Nos últimos anos, o país registrou um crescimento consistente no número de galpões logísticos, refletindo a necessidade das empresas de ampliar sua capacidade de armazenagem e distribuição para atender a um consumidor cada vez mais exigente.
De acordo com dados da Newmark, o estoque de condomínios logísticos de alto padrão no Brasil ultrapassou 30 milhões de metros quadrados apenas em 2024, com destaque para regiões como Sudeste e Nordeste.
Já em 2025, o mercado registrou aproximadamente 4,8 milhões de m² de área locada, com absorção líquida próxima de 3,6 milhões de m², segundo a Colliers, demonstrando a força da demanda por espaços logísticos no país.
Esse nível de vacância indica um mercado favorável aos proprietários, com oferta limitada de ativos logísticos modernos em localizações estratégicas.
Esse movimento, porém, está diretamente ligado à expansão do e-commerce. Conforme a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor segue em crescimento e exige estruturas logísticas mais robustas, capazes de garantir agilidade na separação, processamento e envio de pedidos.
O estudo E-Consumidor 2026, realizado pela Nuvemshop em parceria com a Opinion Box, aponta que o segmento deve faturar cerca de R$ 260 bilhões neste ano.
Com mais espaço disponível, surge também um novo desafio: tornar essas operações mais eficientes. A simples ampliação física já não é suficiente para garantir competitividade.
Empresas precisam investir em organização de estoque, automação e, principalmente, em soluções que aumentem a produtividade na movimentação interna de cargas.
“Estamos vendo uma mudança importante no papel dos galpões logísticos. Eles deixaram de ser só espaços de armazenagem e passaram a funcionar como centros estratégicos de distribuição, onde eficiência operacional é determinante para o desempenho do negócio. Com isso, a movimentação de cargas ganha protagonismo, pois impacta diretamente o tempo de processamento dos pedidos e a capacidade de atendimento das empresas”, afirma Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras.
A crescente demanda por eficiência tem impulsionado também a modernização dos equipamentos utilizados dentro desses espaços.
Empilhadeiras mais tecnológicas, sistemas integrados e soluções voltadas à otimização de fluxo tornam-se aliados importantes para lidar com volumes maiores e prazos mais curtos.
Além disso, a busca por redução de custos operacionais e maior previsibilidade reforça a importância de uma gestão mais estratégica da frota e da operação logística como um todo.
“A tendência é que o crescimento dos galpões logísticos continue nos próximos anos, acompanhado por um aumento na adoção de tecnologia e inteligência operacional. Vivemos, hoje, um cenário de alta competitividade, e empresas que conseguirem integrar infraestrutura, processos e gestão eficiente de movimentação de cargas terão mais capacidade de atender às demandas do mercado e se destacar em um ambiente cada vez mais dinâmico”, destaca Mello.
06 de abril 2026
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