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Revista M&T - Ed.174 - Novembro 2013
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Momento M&T Peças e Serviços

Governo prepara concessão do Galeão e Confins

Seis grupos estão interessados no leilão dos terminais, que recebem 84% dos passageiros internacionais no país e movimentam 50% da carga internacional

Após o leilão de concessão da rodovia BR-050/MG-GO, cujo vencedor foi o consórcio Planalto, o Governo Federal pretende dar sequência ao Programa de Investimento em Logística (PIL) concedendo à iniciativa privada os aeroportos internacionais do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), e de Confins, em Belo Horizonte (MG). A previsão é de que o leilão ocorra no dia 22 de novembro.

Segundo o especialista em projetos aeroportuários, engenheiro Mozart Mascarenhas Alemão, a concessão desses aeroportos, que possuem um alto potencial de crescimento na movimentação em seus terminais, é benéfica ao país, uma vez que a iniciativa privada tem maior agilidade e recursos para promover as obras necessárias de ampliação e melhoria da infraestrutura. “Em razão de trâmites existentes, a Infraero levaria um tempo maior para realizar essas obras”, explica.

RESTRIÇÃO

Para participar do processo de concessão do Aeroporto do Galeão, os consórcios precisam, necessariamente, contar com ao menos uma empresa com experiência em operação de terminais com, no mínimo, 22 milhões de passage


Após o leilão de concessão da rodovia BR-050/MG-GO, cujo vencedor foi o consórcio Planalto, o Governo Federal pretende dar sequência ao Programa de Investimento em Logística (PIL) concedendo à iniciativa privada os aeroportos internacionais do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), e de Confins, em Belo Horizonte (MG). A previsão é de que o leilão ocorra no dia 22 de novembro.

Segundo o especialista em projetos aeroportuários, engenheiro Mozart Mascarenhas Alemão, a concessão desses aeroportos, que possuem um alto potencial de crescimento na movimentação em seus terminais, é benéfica ao país, uma vez que a iniciativa privada tem maior agilidade e recursos para promover as obras necessárias de ampliação e melhoria da infraestrutura. “Em razão de trâmites existentes, a Infraero levaria um tempo maior para realizar essas obras”, explica.

RESTRIÇÃO

Para participar do processo de concessão do Aeroporto do Galeão, os consórcios precisam, necessariamente, contar com ao menos uma empresa com experiência em operação de terminais com, no mínimo, 22 milhões de passageiros/ano. No caso do Aeroporto de Confins, a exigência é menor, de 12 milhões de passageiros. Essa experiência precisa ser comprovada em pelo menos um ano dos últimos cinco anos e os operadores devem ter participação de, no mínimo, 25% no consórcio.

De acordo com o edital, a participação dos atuais concessionários dos aeroportos de Guarulhos, Viracopos e Brasília está limitada a 15% do consórcio, sem participação no controle. Um dos motivos para essa restrição é que os aeroportos do Galeão e de Guarulhos recebem 84% dos passageiros internacionais no país e movimentam 50% da carga internacional. “Essa medida restringe o número de empresas que podem entrar no leilão, mas não irá prejudicar a licitação”, pontua Alemão. “A expectativa é que haja um bom número de consórcios na concessão.”

INTERESSADOS

Ao menos seis grupos estão interessados no leilão de Galeão e Confins: a BBA/Ferrovial (Londres), com a Queiroz Galvão; a ADP (Paris) e Schiphol (Amsterdã), com a Carioca Engenharia e a GP Investimentos; a Fraport (Frankfurt), com a EcoRodovias; a Changi (Cingapura), com a Odebrecht; a ADC/HAS (Houston), com as construtoras Fidens e Galvão; e Flughafen München (Munique) e Flughafen Zurich (Zurique), com a CCR.

Segundo terminal mais movimentado do país, o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão) recebe anualmente 17,5 milhões de passageiros. A projeção de demanda para o Galeão é de 60 milhões de passageiros/ano em 2038 (fim da concessão). Já o Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins), com 10,4 milhões de passageiros por ano, é o quinto mais movimentado do país. A demanda prevista para o Aeroporto de Confins até 2043 (fim da concessão) é de movimentar 43 milhões de passageiros/ano.

Evento incorpora gestão de equipamentos

A 2ª edição da M&T Peças e Serviços (Feira e Congresso de Tecnologia e Gestão de Equipamentos para Construção e Mineração) abordará os setores de pós-venda, componentes, gestão e diagnóstico de equipamentos para construção e mineração. Segundo Hugo José Ribas, diretor executivo de feiras da Sobratema, uma das novidades da edição é a inclusão do conceito de gestão de equipamentos, o que inclui setores como soluções tecnológicas para monitoramento de equipamentos, sistemas de eletrônica embarcada, telemetria e navegação, simuladores de operação e softwares de gestão de equipamentos.

Para Afonso Mamede, presidente da Sobratema, há hoje no mercado uma necessidade de manutenção contínua e disponibilidade de peças de reposição, de modo a garantir a produtividade dos equipamentos. “Esse é o foco do evento, pois a disposição de se fazer um bom atendimento tornou-se um diferencial competitivo para o mercado”, afirma. Nesta edição, a M&T Peças e Serviços contará com 36 mil m² de área total de exposição, com expectativa de atrair 280 expositores e 18 mil visitantes.

 

 

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