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06 de abril de 2018
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Compactos & Ferramentas

Controle de resistência

Desenvolvido para realizar medidas de resistência de circuitos de terra, o alicate terrômetro é uma ferramenta fundamental para o monitoramento de instalações elétricas

Nos projetos construtivos convencionais, o aterramento é realizado para garantir a segurança e o bom funcionamento de circuitos elétricos, fazendo com que os picos de eletricidade sejam encaminhados para o chão, longe das instalações elétricas, de modo que sejam absorvidos sem danos ao sistema.

De acordo com a definição da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), aterrar significa “colocar as instalações e os equipamentos no mesmo potencial”, de modo que a diferença de potencial em relação à terra seja zero. Assim, o aterramento elétrico é a rota de escape para a energia adicional, estando incorporado à maioria dos aparelhos elétricos atuais.

Modelos como o 1630-2 FC oferecem opção de conectividade via bluetooth, que permite sincronizar a medição do equipamento em tempo real

Ainda segundo a ABNT, um dos objetivos mais importantes do procedimento é fazer com que, ao realizar a manutenção com máquinas e equipamentos elétricos, por exemplo, o operador não receba descargas elétricas da instalação em que esteja operando, seja por descarga eletrostática ou corrente de falta (fuga para massa).

Desse modo, o aterramento elétrico tem a finalidade precípua de garantir a integridade física da pessoa, seja na utilização da eletricidade de forma doméstica quanto no uso profissional.

MEDIÇÃO

Para medir a resistência do aterramento e da corrente de fuga nos condutores existem os alicates de aterramento, ferramentas também conhecidas como alicates terrômetros. Atendendo às principais exigências normativas locais e internacionais, a solução permite realizar a operação sem a necessidade do uso de estacas (chamado “teste sem estacas”) ou mesmo de desligar o sistema de aterramento da instalação. “Toda e qualquer instalação elétrica, seja de baixa, média ou alta tensão, requer o teste de resistência de terra e de corrente de fuga”, afirma Marco Roberto Gonçalves, especialista de produtos da Fluke. “Este equipamento faz o trabalho com precisão, mesmo nas instalações que não podem ter o sistema de aterramento desenergizado e, por isso, são as mais críticas.”

Como explica o especialista, os testes em sistemas de aterramento são necessários, pois, com o passar do tempo, os solos se tornam corrosivos, apresentando alto valor de umidade e sal, além de temperaturas elevadas, podendo assim degradar as hastes de aterramento e suas conexões.

Produção editorial: Revista M&T – Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral