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15 de fevereiro de 2016
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Compactos & Ferramentas

Confiabilidade estrutural

Utilizadas na construção, soluções de cimbramento são constituídas por peças metálicas ou de madeira, atuando na transferência de cargas em estruturas de concreto armado

Em toda grande obra de construção, existem soluções de suporte que garantem simultaneamente a segurança e a execução do trabalho. Para suportar provisoriamente as lajes e vigas de concreto armado, por exemplo, faz-se uso do cimbramento, uma técnica que consiste na utilização de um sistema composto por elementos verticais (que transmitem as cargas até o solo ou até o pavimento inferior) e horizontais (situados abaixo do elemento escorado, formando uma grelha que transmite a carga para os elementos verticais). “Os cimbramentos são conjuntos formados por todos os elementos necessários à transferência dos esforços, enquanto o escoramento é parte do cimbramento, formado basicamente pelas escoras ou estruturas verticais de suporte”, explica André Luiz Ribeiro Pereira Alves, gerente comercial do segmento de andaimes e escoras da Tuper.

Segundo Antônio Vilaça, gestor comercial e projetos da Aquasolis, o cimbramento é utilizado em praticamente todas as obras com concreto armado, sejam prediais ou industriais, viadutos, pontes, reservatórios, barragens, galerias, estações de tratamento de água e esgoto etc. Geralmente, essas soluções são constituídas por peças metálicas ou mesmo de madeira (às vezes pela junção de ambas), que são posicionadas de acordo com projetos prévios de dimensionamento. A seleção do tipo mais adequado fica a critério da empresa contratada.

Mais utilizados, os cimbramentos metálicos utilizam escoras tubulares ajustáveis, compostas basicamente de dois tubos deslizantes, um por dentro do outro. Também é comum encontrar torres de escoramento compostas por quadros sobrepostos e travados entre si. Como destaca Alessandro Ramos, diretor da Ulma Construction, os cimbramentos metálicos ou de alumínio têm a vantagem de apresentar alta durabilidade. “No entanto, no Brasil ainda se utiliza cimbramento e escoramentos de madeira, principalmente em cidades fora dos grandes centros”, diz ele.

CONCEITOS

Apesar de similares, andaimes e cimbramentos têm aplicações completamente distintas. De acordo com Vilaça, o andaime não tem a finalidade de suportar cargas da estrutura, mas apenas de pessoas e ferramentas manuais, ao passo que o cimbramento suporta não só a carga das estruturas, como também a equipe envolvida na operação e demais equipamentos necessários à execução da superestrutura. Nos dois casos, trata-se de estruturas


Em toda grande obra de construção, existem soluções de suporte que garantem simultaneamente a segurança e a execução do trabalho. Para suportar provisoriamente as lajes e vigas de concreto armado, por exemplo, faz-se uso do cimbramento, uma técnica que consiste na utilização de um sistema composto por elementos verticais (que transmitem as cargas até o solo ou até o pavimento inferior) e horizontais (situados abaixo do elemento escorado, formando uma grelha que transmite a carga para os elementos verticais). “Os cimbramentos são conjuntos formados por todos os elementos necessários à transferência dos esforços, enquanto o escoramento é parte do cimbramento, formado basicamente pelas escoras ou estruturas verticais de suporte”, explica André Luiz Ribeiro Pereira Alves, gerente comercial do segmento de andaimes e escoras da Tuper.

Segundo Antônio Vilaça, gestor comercial e projetos da Aquasolis, o cimbramento é utilizado em praticamente todas as obras com concreto armado, sejam prediais ou industriais, viadutos, pontes, reservatórios, barragens, galerias, estações de tratamento de água e esgoto etc. Geralmente, essas soluções são constituídas por peças metálicas ou mesmo de madeira (às vezes pela junção de ambas), que são posicionadas de acordo com projetos prévios de dimensionamento. A seleção do tipo mais adequado fica a critério da empresa contratada.

Mais utilizados, os cimbramentos metálicos utilizam escoras tubulares ajustáveis, compostas basicamente de dois tubos deslizantes, um por dentro do outro. Também é comum encontrar torres de escoramento compostas por quadros sobrepostos e travados entre si. Como destaca Alessandro Ramos, diretor da Ulma Construction, os cimbramentos metálicos ou de alumínio têm a vantagem de apresentar alta durabilidade. “No entanto, no Brasil ainda se utiliza cimbramento e escoramentos de madeira, principalmente em cidades fora dos grandes centros”, diz ele.

CONCEITOS

Apesar de similares, andaimes e cimbramentos têm aplicações completamente distintas. De acordo com Vilaça, o andaime não tem a finalidade de suportar cargas da estrutura, mas apenas de pessoas e ferramentas manuais, ao passo que o cimbramento suporta não só a carga das estruturas, como também a equipe envolvida na operação e demais equipamentos necessários à execução da superestrutura. Nos dois casos, trata-se de estruturas provisórias, nas quais o principal diferencial é a finalidade almejada, como comenta Alves, da Tuper.

Já o andaime pode ser constituído de materiais como madeira, aço e alumínio, dentre outros. Na construção civil, onde sua aplicação é mais habitual, a solução geralmente é feita em aço, observando-se a aplicação de dois modelos mais comuns no mercado: modulares tubulares (que consistem em painéis montados dois a dois e que formam torres com elementos de travamento apoiados sobre bases ou rodas) e fachadeiros (formados por colunas, barras e pisos, que juntos compõem um painel que forra uma determinada superfície, como uma parede, por exemplo, permitindo um trabalho contínuo).

TIPOLOGIA

Dentre outras variáveis, uma escolha criteriosa do cimbramento deve levar em consideração aspectos como a magnitude de carga a ser transferida, as características do pé-direito e a resistência do material utilizado. Neste ponto, os especialistas podem auxiliar na melhor adequação das soluções ao uso previsto.

É o que faz a Aquasolis, empresa que atua com uma ampla gama de produtos, incluindo escoras com capacidade de 1.500 kg/peça, torres prediais com capacidade de 2.000 kg por poste e torres industriais com capacidade de 5.000 kg por poste. “As torres possuem seções em planta que variam de 1 x 1 m a 2 x 1,5 m, enquanto as alturas são variáveis conforme os pés direitos da obra”, comenta Vilaça. No portfólio, há ainda escoramentos feitos com treliças, que vencem grandes vãos e são projetados conforme a necessidade da obra.

A Tuper, por sua vez, trabalha com duas vertentes principais de escoramentos: a Linha TPL (com altura variando de 1,82 m a 3,00 m e capacidade de carga máxima de 1,5 tonelada) e a Linha TP (com altura variando de 1,48 m a 4,00 m e capacidade de carga máxima de 3,6 toneladas). “Todas as escoras da marcar são fabricadas em aço carbono, com revestimento KTL ou galvanizado”, detalha Alves.

Já a Ulma oferta todos os tipos disponíveis no mercado, desde cimbramento simples para lajes típicas de até 4 m de altura, passando por escoramentos especiais para pés direitos duplos e triplos até escoramentos de pontes convencionais ou por balanço sucessivo. “Esses equipamentos são utilizados nas principais obras do Brasil, como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte (PA), sistemas de metrô em São Paulo e Rio de Janeiro, transposição do Rio São Francisco (PE, PB, CE e RN), ponte Itapaiúna (SP) e Aeroporto Galeão (RJ)”, complementa o executivo.

Em toda grande obra de construção, existem soluções de suporte que garantem simultaneamente a segurança e a execução do trabalho. Para suportar provisoriamente as lajes e vigas de concreto armado, por exemplo, faz-se uso do cimbramento, uma técnica que consiste na utilização de um sistema composto por elementos verticais (que transmitem as cargas até o solo ou até o pavimento inferior) e horizontais (situados abaixo do elemento escorado, formando uma grelha que transmite a carga para os elementos verticais). “Os cimbramentos são conjuntos formados por todos os elementos necessários à transferência dos esforços, enquanto o escoramento é parte do cimbramento, formado basicamente pelas escoras ou estruturas verticais de suporte”, explica André Luiz Ribeiro Pereira Alves, gerente comercial do segmento de andaimes e escoras da Tuper.

Segundo Antônio Vilaça, gestor comercial e projetos da Aquasolis, o cimbramento é utilizado em praticamente todas as obras com concreto armado, sejam prediais ou industriais, viadutos, pontes, reservatórios, barragens, galerias, estações de tratamento de água e esgoto etc. Geralmente, essas soluções são constituídas por peças metálicas ou mesmo de madeira (às vezes pela junção de ambas), que são posicionadas de acordo com projetos prévios de dimensionamento. A seleção do tipo mais adequado fica a critério da empresa contratada.

Mais utilizados, os cimbramentos metálicos utilizam escoras tubulares ajustáveis, compostas basicamente de dois tubos deslizantes, um por dentro do outro. Também é comum encontrar torres de escoramento compostas por quadros sobrepostos e travados entre si. Como destaca Alessandro Ramos, diretor da Ulma Construction, os cimbramentos metálicos ou de alumínio têm a vantagem de apresentar alta durabilidade. “No entanto, no Brasil ainda se utiliza cimbramento e escoramentos de madeira, principalmente em cidades fora dos grandes centros”, diz ele.

CONCEITOS

Apesar de similares, andaimes e cimbramentos têm aplicações completamente distintas. De acordo com Vilaça, o andaime não tem a finalidade de suportar cargas da estrutura, mas apenas de pessoas e ferramentas manuais, ao passo que o cimbramento suporta não só a carga das estruturas, como também a equipe envolvida na operação e demais equipamentos necessários à execução da superestrutura. Nos dois casos, trata-se de estruturas provisórias, nas quais o principal diferencial é a finalidade almejada, como comenta Alves, da Tuper.

Já o andaime pode ser constituído de materiais como madeira, aço e alumínio, dentre outros. Na construção civil, onde sua aplicação é mais habitual, a solução geralmente é feita em aço, observando-se a aplicação de dois modelos mais comuns no mercado: modulares tubulares (que consistem em painéis montados dois a dois e que formam torres com elementos de travamento apoiados sobre bases ou rodas) e fachadeiros (formados por colunas, barras e pisos, que juntos compõem um painel que forra uma determinada superfície, como uma parede, por exemplo, permitindo um trabalho contínuo).

TIPOLOGIA

Dentre outras variáveis, uma escolha criteriosa do cimbramento deve levar em consideração aspectos como a magnitude de carga a ser transferida, as características do pé-direito e a resistência do material utilizado. Neste ponto, os especialistas podem auxiliar na melhor adequação das soluções ao uso previsto.

É o que faz a Aquasolis, empresa que atua com uma ampla gama de produtos, incluindo escoras com capacidade de 1.500 kg/peça, torres prediais com capacidade de 2.000 kg por poste e torres industriais com capacidade de 5.000 kg por poste. “As torres possuem seções em planta que variam de 1 x 1 m a 2 x 1,5 m, enquanto as alturas são variáveis conforme os pés direitos da obra”, comenta Vilaça. No portfólio, há ainda escoramentos feitos com treliças, que vencem grandes vãos e são projetados conforme a necessidade da obra.

A Tuper, por sua vez, trabalha com duas vertentes principais de escoramentos: a Linha TPL (com altura variando de 1,82 m a 3,00 m e capacidade de carga máxima de 1,5 tonelada) e a Linha TP (com altura variando de 1,48 m a 4,00 m e capacidade de carga máxima de 3,6 toneladas). “Todas as escoras da marcar são fabricadas em aço carbono, com revestimento KTL ou galvanizado”, detalha Alves.

Já a Ulma oferta todos os tipos disponíveis no mercado, desde cimbramento simples para lajes típicas de até 4 m de altura, passando por escoramentos especiais para pés direitos duplos e triplos até escoramentos de pontes convencionais ou por balanço sucessivo. “Esses equipamentos são utilizados nas principais obras do Brasil, como a Usina Hidrelétrica de Belo Monte (PA), sistemas de metrô em São Paulo e Rio de Janeiro, transposição do Rio São Francisco (PE, PB, CE e RN), ponte Itapaiúna (SP) e Aeroporto Galeão (RJ)”, complementa o executivo.

Marteletes facilitam a perfuração

Produzidos pela Tramontina, os marteletes perfuradores/rompedores são utilizados para trabalhos de perfuração, impacto e rompimento em concreto, tijolos e pedras. A linha possui três modelos, com potências de 1.050 W (SDS Plus), 1.100 W (SDS Plus) e 1.200 W (SDS Max), todos com quatro funções de operação, diz a empresa.

www.tramontina.com.br

Solução auxilia na impermeabilização

O produto Dryko Prikol consiste em uma emulsão desenvolvida com asfaltos especiais, diluídos em água e com alto poder de aderência. Segundo a Dryko, o uso da solução de base asfáltica resulta em uma superfície adequada para receber a manta asfáltica, reduzindo os riscos de falhas localizadas na impermeabilização.

www.dryko.com.br

Pistolas de pintura prometem alto rendimento

Produzidas em alumínio, as pistolas de pintura de alta pressão APP-1 da Ferrari possuem multifunção e podem ser utilizadas em diversas atividades, incluindo aplicação em oficinas, funilarias, indústrias e residências. A ferramenta também pode ser aplicada para pulverização e utilizada com compressores, informa a fabricante.

www.ferrarinet.com.br

Secador aumenta a vida útil de pneumáticos

A Ultra Clean Brasil apresenta ao mercado o secador de ar comprimido SuperDry, destinado a garantir proteção aos equipamentos pneumáticos. Segundo a empresa, o produto evita que contaminantes como umidade, óleo e partículas entrem em contato com a linha de ar comprimido e coloquem em risco o desempenho dos equipamentos.

www.ultracleanbrasil.com.br

Termômetro reduz tempo de diagnóstico

Sem a necessidade de encostar no equipamento a ser medido, o termômetro infravermelho TIV 6500 da Vonder realiza medições de temperatura de superfícies de máquinas, permitindo a localização de problemas como ausência de lubrificação, sobrecarga, curto-circuito, alinhamento ou aquecimento, afirma a companhia.

www.vonder.com.br

Lixa oferece flexibilidade

A Norton agrega ao seu portfólio a nova lixa flexível R322, indicada para o lixamento de curvas, contornos, bordas, peças torneadas, operações em vão livre e com rodas de contato de borracha e feltro. Disponíveis nos grãos P60 ao P600, as novas lixas podem ser utilizadas em aços, metais ferrosos e não ferrosos e madeira.

www.norton-abrasivos.com.br