Quando o aeroporto para, os equipamentos entram em ação — Revista M&T
Terça-feira, 27 de outubro de 2026

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M&T nº 130Novembro 2009 Matéria 7 de 20
Sumário
  1. EditorialBoas perspectivas para 2010
  2. NotasSobratema vai à China
  3. NotasLiuGong elege Soma entre as melhores da rede
  4. NotasAlec elege novo presidente
  5. NotasDistribuidora amplia a linha no Brasil
  6. NotasVolvo Caminhões tem novo presidente
  7. NotasQuando o aeroporto para, os equipamentos entram em ação
  8. NotasOrguel amplia a frota de compressores
  9. NotasDynapac lança segunda geração do rolo CA250
  10. NotasTraiding traz primeiros guindastes Zoomlion do País
  11. Obras UrbanasPlanejamento e logística para enfrentar o caos
  12. Obras UrbanasQuando o canteiro não comporta os equipamentos
  13. SondagemA imagem substitui o corpo de prova
  14. SondagemDo trado manual às sondas rotativas
  15. MercadoSetor deve crescer 18% em 2010
  16. Eletrônica EmbarcadaQuando menos é mais
  17. Ferramentas De Penetração Do SoloDetalhes que fazem a diferença
  18. ArtigoComércio externo de serviços exige registro prévio
  19. ManutençãoCilindros de compactadores. Cuidados que influem na produção
  20. PerfilUma boa aquisição requer planejamento
Notas

Quando o aeroporto para, os equipamentos entram em ação

Exclusivo M&T 12 de março de 2010 · Edição 130

Toda noite, três equipamentos da Ciber entram em operação no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), para a execução de serviços de melhoria e alargamento da sua pista principal. Locados pela construtora Equipav, responsável pelo trabalho, eles atuam na fresagem e recapagem da pista. Como a operação se restringe apenas aos períodos noturnos, para evitar impacto nas atividades do aeroporto, a empresa ressalta as dificuldades enfrentadas na sua realização.

Uma delas são as condições climáticas na região, que mudam rapidamente nessa época do ano e exigem habilidade por parte da equipe envolvida. Além disso, como os trabalhos se desenvolvem em um ambiente com ausência de sol e calor, o processo de cura dos elementos ligantes do asfalto segue um prazo diferente do habitual, com os serviços realizados durante o dia.

Os equipamentos mobilizados nessa obra são duas fresadoras, modelos W1900 e W1000C, e uma vibroacabadora de asfalto modelo AF 5000. As fresadoras produzem uma média diária de 40 m3/h e 22 m3/h, respectivamente, enquanto a acabadora lança toda noite cerca de 40 m3/h de asfalto. Esse último equipamento, aliás, conta com nivelamento eletrônico, o que proporciona alta qualidade no acabamento da pista. As fresadoras, por sua vez, permitem o ajuste da profundidade de fresagem de milímetro em milímetro.

Prevista para encerrar em maio de 2010, a obra se desenvolve em três etapas. Ela tem o objetivo de regularizar a pista principal do aeroporto, que sofre deformações ao longo do tempo diante dos esforços sofridos e das variações climáticas, bem como ampliar sua largura para 8 m.

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A Revista M&T é editada pela Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos.

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