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Pneus nacionais têm 16% mais vida útil na recapagem que importados

Na prática, isso significa que os pneus produzidos localmente alcançam uma média de 1,94 vida útil - ou quase duas reformas ao longo de sua trajetória - contra 1,78 dos importados

Assessoria de Imprensa

29/06/2026 07h30 | Atualizada em 29/06/2026 11h53

A Pneushow 2026, principal feira latino-americana de reforma de pneus, realizada na semana passada, no Expo Center Norte (SP), tem apresentado a importância desse setor para a economia e para a sustentabilidade, mostrando lançamentos e soluções inovadoras para o mercado logístico, de transportes, automotivo, entre outros.

Os pneus nacionais apresentam, em média, 16% mais sobrevida na recapagem ante aos importados.

Na prática, isso significa que os pneus produzidos localmente alcançam uma média de 1,94 vida útil - ou quase duas reformas ao longo de sua trajetória - contra 1,78 dos importados.

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A Pneushow 2026, principal feira latino-americana de reforma de pneus, realizada na semana passada, no Expo Center Norte (SP), tem apresentado a importância desse setor para a economia e para a sustentabilidade, mostrando lançamentos e soluções inovadoras para o mercado logístico, de transportes, automotivo, entre outros.

Os pneus nacionais apresentam, em média, 16% mais sobrevida na recapagem ante aos importados.

Na prática, isso significa que os pneus produzidos localmente alcançam uma média de 1,94 vida útil - ou quase duas reformas ao longo de sua trajetória - contra 1,78 dos importados.

A diferença também aparece na primeira avaliação da carcaça: os importados têm taxa de rejeição de 21,6%, contra 16,9% dos nacionais.

As informações são de um estudo inédito da Junsoft, divulgado durante a Pneushow 2026.

A análise foi baseada em 709 mil pneus de caminhões e ônibus e 400 marcas acompanhadas entre janeiro de 2025 e maio de 2026.

“O mercado passou a conviver com uma oferta muito ampla de marcas e padrões de qualidade. Há importados excelentes, mas também há pneus com carcaças que não resistem nem à primeira tentativa de reforma. Já no pneu nacional a variabilidade é menor. Quando o consumidor olha apenas para o preço de prateleira, pode pagar mais caro no longo prazo”, explica Guilherme Gazzoni, CEO da Junsoft.

O impacto dessa diferença também aparece na operação das frotas. Em uma simulação com 100 caminhões e 18 pneus por veículo, a maior taxa de rejeição de importados na primeira recapagem pode representar dezenas de pneus descartados a mais já no primeiro ciclo de uso.

Considerando pneus novos a R$ 2 mil e uma vida útil média de 80 mil km na primeira rodada, a economia potencial pode ultrapassar R$ 123 mil ao ano em uma única frota - além da redução significativa na geração de resíduos. Em operações maiores, com mil caminhões, o efeito é ampliado, chegando a cerca de 160 pneus a menos descartados no primeiro ciclo.

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