Assessoria de Imprensa
28/04/2026 08h42 | Atualizada em 28/04/2026 08h50
A Palfinger teve um início de ano financeiro bem-sucedido em 2026.
Em um ambiente ainda caracterizado por tensões geopolíticas, políticas alfandegárias imprevisíveis dos EUA e diferenças regionais no desenvolvimento do mercado, a empresa alcançou um dos melhores trimestres de abertura em sua história corporativa.
No trimestre, a receita chegou a 561,5 milhões de euros (+1,63%), contra 552,5 milhões de euros no mesmo período do ano passado.
Por sua vez, o EBIT avançou 2,99%, atingindo 41,3 milhões de euros (40,1 milhões de euros no 1º trimestre de 2025).
Já a carteira de pedidos segue
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A Palfinger teve um início de ano financeiro bem-sucedido em 2026.
Em um ambiente ainda caracterizado por tensões geopolíticas, políticas alfandegárias imprevisíveis dos EUA e diferenças regionais no desenvolvimento do mercado, a empresa alcançou um dos melhores trimestres de abertura em sua história corporativa.
No trimestre, a receita chegou a 561,5 milhões de euros (+1,63%), contra 552,5 milhões de euros no mesmo período do ano passado.
Por sua vez, o EBIT avançou 2,99%, atingindo 41,3 milhões de euros (40,1 milhões de euros no 1º trimestre de 2025).
Já a carteira de pedidos segue estável, em cerca de 1 bilhão de euros, com cobertura de cinco meses.
Os resultados estão no relatório de resultados da empresa, divulgado hoje (27) à imprensa.
Ainda que tímido, o crescimento indica estabilidade na receita com leve viés de alta.
Segundo a Palfinger, o foco em inovação, proximidade com o cliente e expansão global formam a base para esse desenvolvimento.
"Os resultados do 1º trimestre mostram que a Palfinger continua a se desenvolver positivamente, mesmo em um ambiente de mercado muito desafiador", afirma Andreas Klauser, CEO da empresa.

*Em milhões de euros. Fonte: Palfinger
No 1º trimestre de 2026, os desempenhos regionais apresentaram um quadro diversificado para a Palfinger.
Enquanto a Europa (EMEA) registrou aumento significativo na demanda, particularmente no Norte e no Sul, o cenário na América do Norte (NAM) permaneceu desafiador devido a tensões geopolíticas e políticas tarifárias, que impactaram a demanda e a rentabilidade.
Na América Latina (LATAM), a Palfinger registrou leve crescimento, apesar da queda na demanda no Brasil.
Na região Ásia-Pacífico (APAC), a Índia continua sendo um importante motor de crescimento, enquanto o mercado chinês permanece fraco.
O segmento marítimo segue positivo. Projetos de energia eólica offshore em larga escala, como o parque Formosa 4 em Taiwan, além de projetos offshore e pedidos do segmento de cruzeiros, continuaram a sustentar a receita.
Desde 23 de março, a empresa voltou a ser listada no ATX, o principal índice de ações da Áustria.
Com esse movimento, a empresa ganha visibilidade adicional no mercado de capitais, atraindo novos investidores e fundos internacionais.
Para o 1º semestre de 2026, a Palfinger espera um desempenho ligeiramente acima do nível do ano anterior.
Já para o 2º semestre, a meta é atingir receitas e EBIT superiores aos do ano passado, visando consolidar 2026 como um dos anos mais bem-sucedidos da empresa.
As metas financeiras para 2030 estão definidas com receita superior a 3 bilhões de euros, margem EBIT de 12% e retorno de 15%, “reforçando o compromisso com o crescimento sustentável e a criação de valor”, diz a fabricante.

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