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Ouro Verde duplica EBITDA no 1º trimestre

Companhia também dobrou o lucro bruto e ultrapassou 37,6 mil ativos na frota

Assessoria de Imprensa

12/05/2022 13h52 | Atualizada em 12/05/2022 16h57

Especializada em terceirização de frotas, a locadora Ouro Verde obteve um EBITDA de R$ 142 milhões no 1º trimestre de 2021, um crescimento de 104% em relação ao mesmo período do ano passado.

A margem EBITDA atingiu 75% - aumento de 22,1 p.p na comparação com o mesmo período do ano passado.

A empresa também registrou lucro bruto de R$ 102,4 milhões, mais uma vez duplicando (+ 108,1%) o resultado do período anterior. A receita líquida operacional foi de R$ 256,9 milhões, avanço de 41,2%.

“Nosso segmento tem grandes oportunidades de expansão”, afirma o CEO, Cláudio Zattar (na imagem acima).

“Há uma mudança cultural no ambiente corporativo brasileiro, em que as empresas reconhecem e comprovam os benefícios dos serviços terceirização de frotas para seus negócios”, avalia.

No último trimestre, o Capex da empresa foi de R$ 424,1 milhões, crescimento de 43,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, com 98% desse valor alocado em renovação e expansão da frota.

O invest...


Especializada em terceirização de frotas, a locadora Ouro Verde obteve um EBITDA de R$ 142 milhões no 1º trimestre de 2021, um crescimento de 104% em relação ao mesmo período do ano passado.

A margem EBITDA atingiu 75% - aumento de 22,1 p.p na comparação com o mesmo período do ano passado.

A empresa também registrou lucro bruto de R$ 102,4 milhões, mais uma vez duplicando (+ 108,1%) o resultado do período anterior. A receita líquida operacional foi de R$ 256,9 milhões, avanço de 41,2%.

“Nosso segmento tem grandes oportunidades de expansão”, afirma o CEO, Cláudio Zattar (na imagem acima).

“Há uma mudança cultural no ambiente corporativo brasileiro, em que as empresas reconhecem e comprovam os benefícios dos serviços terceirização de frotas para seus negócios”, avalia.

No último trimestre, o Capex da empresa foi de R$ 424,1 milhões, crescimento de 43,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, com 98% desse valor alocado em renovação e expansão da frota.

O investimento permitiu que a companhia alcançasse uma frota recorde no período, com 37.617 ativos – dentre veículos leves, máquinas e equipamentos pesados. A frota foi ampliada em 45,7% em relação ao 1T21.

Uma injeção de R$ 170,5 milhões da controladora Brookfield possibilitou o aumento da frota e expansão dos negócios no mercado nacional no 1º trimestre, acentua a empresa.