Assessoria de Imprensa
07/01/2026 15h33 | Atualizada em 07/01/2026 15h36
O ano de 2025 foi marcado por resultados expressivos para a Link-Belt no Brasil e na América Latina. A empresa não apenas cumpriu as metas estabelecidas, como também registrou um crescimento de 31% nos negócios, consolidando sua atuação na região e fortalecendo o relacionamento com distribuidores e clientes.
Segundo o diretor-geral da Link-Belt Brasil e América Latina, Matheus Fernandes, o desempenho positivo veio acompanhado de grandes desafios, especialmente diante de um ambiente de negócios mais competitivo.
“A competitividade com os produtos chineses foi, sem dúvida, um dos maiores desafios do ano. Além disso, lidamos com instabilid
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O ano de 2025 foi marcado por resultados expressivos para a Link-Belt no Brasil e na América Latina. A empresa não apenas cumpriu as metas estabelecidas, como também registrou um crescimento de 31% nos negócios, consolidando sua atuação na região e fortalecendo o relacionamento com distribuidores e clientes.
Segundo o diretor-geral da Link-Belt Brasil e América Latina, Matheus Fernandes, o desempenho positivo veio acompanhado de grandes desafios, especialmente diante de um ambiente de negócios mais competitivo.
“A competitividade com os produtos chineses foi, sem dúvida, um dos maiores desafios do ano. Além disso, lidamos com instabilidades políticas e econômicas na região, que exigiram adaptações rápidas e uma análise constante das condições de mercado”, afirma.
Mesmo diante desse cenário, a companhia manteve investimentos, ampliou sua rede e fortaleceu estratégias para sustentar o crescimento.
Perspectivas para 2026 - Para 2026, a empresa projeta um novo ciclo de expansão. O objetivo é alcançar crescimento de 20% e ingressar em países da América Latina onde a marca ainda não possui distribuição.
Entre os investimentos previstos está o reforço da equipe regional, com profissionais dedicados ao desenvolvimento de novos mercados e à gestão estratégica do business na América Latina.
“Estamos trazendo novos recursos, reforçando as equipes e ampliando nossa presença nos distribuidores. As expectativas para 2026 são muito boas”, destaca Fernandes.
Porém, mesmo com projeções positivas, a companhia reconhece que 2026 exigirá atenção especial. No Brasil, o ano eleitoral deve manter o ambiente de negócios imprevisível.
“O mercado brasileiro tende a encolher um pouco durante o período eleitoral. Existe uma postura de espera natural tanto das empresas quanto dos consumidores, além da taxa de juros ainda alta, que impacta diretamente a aquisição de equipamentos”, analisa o executivo.
Na América Latina, a competitividade com máquinas de origem chinesa permanece como principal desafio. Atualmente, dois terços da frota de equipamentos da região é composta por modelos chineses, incluindo grandes marcas conhecidas no mercado.
Estratégias para atingir as metas - Para sustentar o crescimento e manter a competitividade em 2026, a Link-Belt adotará um conjunto integrado de ações em vendas e pós-vendas. Além do fortalecimento da equipe e da ampliação da presença de especialistas junto aos distribuidores, será realizado o Dealers Meeting para reforçar o alinhamento comercial e promover ajustes de preços conforme as condições de mercado.
A companhia seguirá ainda com o programa de demonstrações técnicas, como ocorreu este ano em países como Argentina, Guatemala, Costa Rica e Brasil, além da ampliação do período de garantia de um para dois anos e do avanço na abertura de novos mercados na América Latina.
“Estamos atuando de forma integrada em diversas frentes. É um conjunto de ações que abrange vendas, pós-vendas, suporte e presença em campo. Nosso foco é manter a competitividade e atingir os objetivos que precisamos alcançar para consolidar o crescimento esperado”, reforça Matheus Fernandes.

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