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Faturamento da Haulotte chega a 276 milhões de euros no 1º semestre

Alta no volume de vendas de equipamentos eleva receita em 7%, enquanto prejuízo líquido consolidado diminui para 9 milhões de euros

Assessoria de Imprensa

08/09/2026 13h01 | Atualizada em 08/09/2026 13h12

A Haulotte registrou faturamento consolidado de 276 milhões de euros no 1º semestre de 2026.

O montante representa alta de 7% em relação aos 264 milhões de euros obtidos no mesmo período do ano anterior, cálculo que considera taxas de câmbio constantes e desconsidera os efeitos de hiperinflação na Argentina e na Turquia.

O desempenho decorre de uma alta de 18% nas atividades da empresa durante o 2º trimestre do ano.

Nas divisões de negócio, as vendas de equipamentos cresceram 10% a taxas de câmbio constantes, enquanto as atividades de locação e de serviços recuaram 22% e 6%, respectivamente.

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A Haulotte registrou faturamento consolidado de 276 milhões de euros no 1º semestre de 2026.

O montante representa alta de 7% em relação aos 264 milhões de euros obtidos no mesmo período do ano anterior, cálculo que considera taxas de câmbio constantes e desconsidera os efeitos de hiperinflação na Argentina e na Turquia.

O desempenho decorre de uma alta de 18% nas atividades da empresa durante o 2º trimestre do ano.

Nas divisões de negócio, as vendas de equipamentos cresceram 10% a taxas de câmbio constantes, enquanto as atividades de locação e de serviços recuaram 22% e 6%, respectivamente.

Em termos nominais, a receita com vendas de equipamentos somou 234 milhões de euros (alta de 9%), a de locação foi de 8 milhões de euros (queda de 27%) e a de serviços totalizou 34 milhões de euros (queda de 8%).

O lucro operacional alcançou 8 milhões de euros (excluindo ganhos e perdas cambiais), o que equivale a uma margem operacional de 2,9% sobre o faturamento.

O resultado representa um incremento de 6 milhões de euros em comparação ao 1º semestre de 2025.

O relatório financeiro aponta que a alta no volume de vendas, o controle de custos de produção e a redução de despesas fixas permitiram essa evolução.

O prejuízo líquido, desconsiderando a inflação da Argentina e da Turquia, ficou em 9 milhões de euros, o que representa -3,1% das vendas.

O resultado demonstra melhora frente ao prejuízo de 21 milhões de euros do ano anterior.

Ao se incluir os efeitos de hiperinflação, o prejuízo líquido consolidado do grupo somou 10 milhões de euros, contra 19 milhões de euros no 1º semestre de 2025.

O grupo aponta que despesas financeiras com juros de dívidas e uma cobrança de impostos de 10,3 milhões de euros aplicada a uma de suas subsidiárias pesaram sobre o resultado.

“Contestamos firmemente a decisão de reavaliação fiscal de 10,3 milhões de euros em nossa subsidiária", informou a empresa no relatório financeiro.

Desempenho regional – A Europa apresentou avanço na maior parte dos mercados em que a Haulotte atua, acumulando alta de 19% no faturamento do semestre.

Na América do Norte, a atividade encerrou o período com alta de 1% devido à recuperação registrada no 2º trimestre, que compensou a queda do 1º trimestre.

A receita na região da Ásia-Pacífico caiu 13%, sob influência do conflito no Oriente Médio.

Na América Latina, onde as condições de mercado foram menos favoráveis, o faturamento recuou 24% no semestre.

Para o fechamento do ano, a meta da empresa é obter alta de ao menos 5% nas vendas.

"Apesar da visibilidade limitada e do ambiente global incerto, prevemos alcançar um crescimento de vendas de pelo menos 5% em 2026, o que nos conduzirá de volta a uma margem operacional corrente positiva próxima à do 1º semestre", declarou a companhia.

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