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Empilhadeiras elétricas aceleram a agenda ESG na logística em 2026

Crescimento dos modelos sustentáveis reforça eficiência operacional e reduz dependência de combustíveis fósseis no setor

Assessoria de Imprensa

21/01/2026 13h28

No cenário logístico global e brasileiro, 2026 surge como um ano de consolidação para empilhadeiras sustentáveis, com destaque para os modelos elétricos que vêm ganhando espaço em centros de distribuição, portos e indústrias.

Empresas do setor logístico estão cada vez mais alinhadas às estratégias ambientais, sociais e de governança (ESG), ao mesmo tempo em que buscam reduzir custos operacionais e dependência de combustíveis fósseis.

De acordo com relatório da Global Growth Insights, o tamanho do mercado global de baterias de empilhadeiras elétricas comerciais foi avaliado em

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No cenário logístico global e brasileiro, 2026 surge como um ano de consolidação para empilhadeiras sustentáveis, com destaque para os modelos elétricos que vêm ganhando espaço em centros de distribuição, portos e indústrias.

Empresas do setor logístico estão cada vez mais alinhadas às estratégias ambientais, sociais e de governança (ESG), ao mesmo tempo em que buscam reduzir custos operacionais e dependência de combustíveis fósseis.

De acordo com relatório da Global Growth Insights, o tamanho do mercado global de baterias de empilhadeiras elétricas comerciais foi avaliado em US$ 2,36 bilhões em 2025 e deve atingir US$ 2,47 bilhões em 2026. Já o mercado global de empilhadeiras elétricas foi estimado em cerca de US$ 49,98 bilhões em 2025 e deve crescer até aproximadamente US$ 64,15 bilhões até 2030, segundo a Modor Intelligence.

“O avanço das empilhadeiras elétricas representa um duplo ganho para o setor: por um lado, reduzimos significativamente as emissões de gases de efeito estufa e o impacto ambiental das operações; por outro, as empresas estão percebendo que esses equipamentos reduzem custos operacionais no curto a médio prazo”, afirma Humberto Mello, diretor da Tria Empilhadeiras, marca de equipamentos para manuseio e transporte de cargas e baterias de lítio.

Além de emissões zero durante a operação, onde cada empilhadeira elétrica à lítio pode evitar a emissão de, no mínimo, 21 toneladas de CO₂ por ano em operações de dois ou três turnos, as máquinas oferecem economia relevante quando comparadas com os modelos a combustão. Conforme Humberto, empilhadeiras elétricas podem reduzir os custos operacionais por hora em 50% a 75% em comparação com modelos a combustão interna, considerando despesas de energia e manutenção.

Essa redução de custos se reflete também em menor necessidade de intervenções mecânicas, já que os equipamentos elétricos têm menos peças móveis e exigem menos manutenção preventiva. A combinação de menor consumo de energia elétrica com a eliminação de despesas com trocas de óleo e filtros contribui para uma operação mais contínua e econômica ao longo do ano.

“A adoção massiva de empilhadeiras elétricas pode impulsionar a implementação de infraestrutura energética mais eficiente nos pátios e armazéns, com estações de recarga e baterias de íons de lítio que estendem a autonomia operacional. Essas tecnologias, além de atenderem às demandas de eficiência, ajudam as empresas a cumprir metas de sustentabilidade e atraem investimentos alinhados a critérios ESG mais exigentes. São, de fato, as protagonistas na evolução da logística”, finaliza o diretor da Tria.

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