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Revista M&T - Ed.25 - Set/Out 1994
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EQUIPAMENTOS USADOS

O valor das coisas

Num mercado frequentemente conturbado pelas incertezas da economia e por planos pouco confiáveis, dinheiro passa a ser algo etéreo, quase ficcional. As empresas que têm de correr riscos assumindo compromissos num mar de dúvidas (ou então fugir da raia), vêm-se às voltas com o fato de necessitarem de recursos para seus empreendimentos sem - às vezes - a mínima segurança quanto ao retorno de capital a investir.
Em se tratando de equipamentos para construção pesada, com altos custos de propriedade e operação, o drama se torna ainda maior ao colocar o empresário diante de duas alternativas: tocar seu negócio com equipamentos nem sempre adequados (em tipo e quantidade) ao desafio a enfrentar, ou adequar sua frota aos tempos atuais e futuros, que acenam com uma concorrência cada vez mais acirrada e margens cada vez mais curtas e policiadas.
Vamos deixar bem claro que M&T não pretende oferecer a tão sonhada panacéia que sane todos os males dos seus leitores. Com diz o ditado, “todo corcunda sabe como se deita”, e assim a cada um cabe montar a sua própria estratégia para vencer a grande batalha de cada dia.
De uma coisa, porém, temos absoluta certeza, certeza essa adquirida através dos anos nas nossas andanças pelo mundo dos negócios de equipamentos: um equipamento usado será sempre um recurso utilizável, se não na aplicação direta (produção) - pelos motivos acima expostos - como recurso financeiro a ser empregado nas operações de aquisição de novas unidades, sob a forma de “made in”, ou a ser conseguido em alienações quer seja pela venda direta a terceiros, quer seja pela via preferida pela maioria das empresas devido à sua transparência: o leilão público.
Coerente com o seu espírito de divulgadora de experiências de sucesso, a Sobratema - através de sua M& T - parte agora para uma tarefa utilitária: fornecer parâmetros para os negócios envolvendo equipamentos usados, tendo como referência os preços FOB m&eacut


Num mercado frequentemente conturbado pelas incertezas da economia e por planos pouco confiáveis, dinheiro passa a ser algo etéreo, quase ficcional. As empresas que têm de correr riscos assumindo compromissos num mar de dúvidas (ou então fugir da raia), vêm-se às voltas com o fato de necessitarem de recursos para seus empreendimentos sem - às vezes - a mínima segurança quanto ao retorno de capital a investir.
Em se tratando de equipamentos para construção pesada, com altos custos de propriedade e operação, o drama se torna ainda maior ao colocar o empresário diante de duas alternativas: tocar seu negócio com equipamentos nem sempre adequados (em tipo e quantidade) ao desafio a enfrentar, ou adequar sua frota aos tempos atuais e futuros, que acenam com uma concorrência cada vez mais acirrada e margens cada vez mais curtas e policiadas.
Vamos deixar bem claro que M&T não pretende oferecer a tão sonhada panacéia que sane todos os males dos seus leitores. Com diz o ditado, “todo corcunda sabe como se deita”, e assim a cada um cabe montar a sua própria estratégia para vencer a grande batalha de cada dia.
De uma coisa, porém, temos absoluta certeza, certeza essa adquirida através dos anos nas nossas andanças pelo mundo dos negócios de equipamentos: um equipamento usado será sempre um recurso utilizável, se não na aplicação direta (produção) - pelos motivos acima expostos - como recurso financeiro a ser empregado nas operações de aquisição de novas unidades, sob a forma de “made in”, ou a ser conseguido em alienações quer seja pela venda direta a terceiros, quer seja pela via preferida pela maioria das empresas devido à sua transparência: o leilão público.
Coerente com o seu espírito de divulgadora de experiências de sucesso, a Sobratema - através de sua M& T - parte agora para uma tarefa utilitária: fornecer parâmetros para os negócios envolvendo equipamentos usados, tendo como referência os preços FOB médios, aferidos em leilões públicos internacionais, por, pelo menos, duas unidades dos modelos populares dos principais fabricantes. Evidentemente, esses preços são o que são: referenciais. Condições locais de oferta e demanda, estado de cada equipamento, entre outros, são fatores que influem nesses preços. Ajustes devem ser feitos pelos interessados.
Escreva-nos com sugestões de itens a incluir/excluir e relatando preços do seu conhecimento para que possamos ir adequando a nossa tabela às condições mais usuais do nosso mercado.

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