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Revista M&T - Ed.58 - Abr/Mai 2000
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ABRATT realiza I Congresso Brasileiro de Tecnologia Não-Destrutiva

No seu primeiro congresso, Abratt reúne os maiores fabricantes e os principais usuários e torna-se uma referência nacional no setor
Abertura do I Congresso

A ABRATT - Associação Brasileira de Tecnologia Não-Destrutiva, não poupou esforços para transformar o I Congresso Brasileiro de Tecnologia Não-Destrutiva, realizado entre os dias 18 e 19 de abril, no Instituto de Engenharia de São Paulo, em um fórum privilegiado para discussão de novos métodos para execução de instalações subterrâneas, com tecnologias de perfuração de alta produtividade, que não interferem nas vias urbanas e nem prejudicam o meio ambiente. Além de engenheiros e técnicos ligados a fabricantes de equipamentos, prestadores de serviço e concessionánas de serviços de telecomunicações, saneamento, energia (gás e eletricidade), a ABRATT também convidou especialistas internacionais (entre os quais, John Castle, secretário executivo da ISTT - International Society for Trenchless Tecnology, sociedade inglesa


Abertura do I Congresso

A ABRATT - Associação Brasileira de Tecnologia Não-Destrutiva, não poupou esforços para transformar o I Congresso Brasileiro de Tecnologia Não-Destrutiva, realizado entre os dias 18 e 19 de abril, no Instituto de Engenharia de São Paulo, em um fórum privilegiado para discussão de novos métodos para execução de instalações subterrâneas, com tecnologias de perfuração de alta produtividade, que não interferem nas vias urbanas e nem prejudicam o meio ambiente. Além de engenheiros e técnicos ligados a fabricantes de equipamentos, prestadores de serviço e concessionánas de serviços de telecomunicações, saneamento, energia (gás e eletricidade), a ABRATT também convidou especialistas internacionais (entre os quais, John Castle, secretário executivo da ISTT - International Society for Trenchless Tecnology, sociedade inglesa que congrega associações de
tecnologia não destrutiva de todo mundo, da qual a ABRATT é afiliada), empresários e renomados jornalistas e economistas brasileiros (como
Stephen Kanitz,Joelmir Betting, Antonio Penteado Mendonça e Max Geringer).
O I Congresso também contou com o apoio devárias entidades, como o Comitê Brasileiro de Túneis (CBT), a SOBRATEMA e o próprio Instituto de Engenharia. A SOBRATEMA participou diretamente com uma apresentação sobre manutenção do seu diretor técnico, Jader Fraga dos Santos, um estudo de caso da Intech Engenharia relatado pelo diretor de comunicações, Carlos Fúgazzola Pimenta, e através de seu diretor de Relações Internacionais, Jonny Altstadt, da Asserc, representante no Brasil da Herrenknecht, uma das líderes mundiais em tecnologia para execução de túneis.
Nas palestras plenárias, foram discutidos temas como perfuração nas áreas de saneamento, gás, telecomunicações, com palestras de técnicos e especialistas da Sabesp, Comgás, entre outras. Paralelamente, as principais empresas do setor realizaram workshops para discutir segurança em perfuração direcional, navegação e localização, preparação de tubos de aço para perfuração e cravação de tubos as longas distâncias, influência das cargas de superfície nas instalações subterrâneas por métodos não destrutivos, e fluídos para perfuração.

O mercado
O mercado de perfurações não-destrutivas vive atualmente seu grande momento. A tecnologia chegou ao país no início dos anos 90, principalmente em função dos projetos de rotas ópticas urbanas e de longa distância, em rodovias e ferroviárias.Os números indicam que as empresas desse segmento movimentam entre US$3 e 5 milhões por mês em negócios, e operam a plena capacidade.
Deacordo com especialistas, grandes construtoras do setor de telecomunicações (chamadas rotas ópticas) respondem por cerca de 95%dos
contratos. A demanda deverá se manter em crescimento, juntamente com a expansão nas áreas de gás, energia e saneamento. Além disso, o mercado comporta empresas especializadas em serviços de travessia não destrutiva.
O mercado nasceu em São Paulo e está atingindo outros estados. Somente nas áreas de extensões das redes de telecomunicações o setor emprega mais de 50 mil pessoas. Se incluídos outros segmentos, esse número chega a 150 mil. Os EUA têm hoje um parque de 8 mil máquinas e o Brasil, de150. Contudo, no caso brasileiro somente 5% das perfurações são feitas com tecnologia não destrutiva, número que pode chegar a 50%, segundo previsões da ABRATT. Nos EUA, 80% das obras utilizam esse processo.
Quem é a Abratt
Fundada em 1999, a partir do esforço de empresas da área de perfuração não-destrutiva interessadas em regulamentar a atividade no Brasil segundo as normas internacionais em vigor, a ABRATT é formada por fabricantes, fornecedores de equipamentos e materiais prestadores de serviço, concessionárias, profissionais liberais e outros ligados à área de perfuração não-destrutiva. Um dos seus principais objetivos é promover e divulgar pesquisas e estudos técnicos sobre as atividades não-destrutivas em obras de infra-estrutura promovendo, sempre que necessário, debates
sobre as questões técnicas e sociais que envolvem o assunto, interferindo diretamem nas mesmas.
De acordo com os estudos da ABRATT a incidência do custo da tecnologia ainda é pequeno em função do custo social. Atualmente, as perfurações em função de profundidade, diâmetro, região, entre outros fatores, ainda custam um pouco mais que os procedimentos convencionais com aberturas de valas. “Nas obras de maior profundidade, porém, as novas tecnologias são muito mais baratas que as usuais," ressalta o presidente da ABRATT, Sérgio Palazzo.

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