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04 de julho de 2012
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M&T Expo 2012

Expositores comemoram resultados da feira

Em cinco dias, a M&T Expo movimentou R$ 1,2 bilhão em negócios realizados e prospectados, o equivalente a 10% das vendas no mercado brasileiro de equipamentos para construção e mineração

Ao reunir, em um único espaço, os usuários de equipamentos e fabricantes do setor juntamente com seus distribuidores a M&T Expo se caracteriza por ser um ambiente propício ao fomento de negócios. Nesse sentido, os expositores da feira mostram-se satisfeitos em relação às oportunidades geradas durante os cinco dias de evento. Pelos cálculos da Sobratema, organizadora da feira, o saldo aponta para um volume de negócios de mais de R$ 1,2 bilhão, ou um décimo do mercado nacional de equipamentos para construção e mineração.

No universo de 494 expositores, que totalizaram mais de 1.000 marcas presentes ao evento, foram muitos os casos de sucesso. A Case Construction, por exemplo, contabilizou cerca de 500 pedidos durante a feira e a New Holland Construction também atingiu seus objetivos comerciais, incluindo vendas das motoniveladoras e manipuladores telescópicos recém-lançados.

No estande da Caterpillar, a distribuidora Sotreq, que atende as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte do país, computou mais de 600 oportunidades de negócios, principalmente para a linha de máquinas compactas, como minicarregadeiras e miniescavadeiras. “Ficamos surpresos com esse resultado, pois embora haja uma grande expectativa em relação às obras de infraestrutura, a maioria dos projetos ainda está no papel ou dependendo da liberação de verbas governamentais, o que faz com que as construtoras adiem suas compras”, afirma Davi Morais, diretor de construção da Sotreq. “Na M&T Expo, porém, tivemos a oportunidade de vender pacotes de equipamentos que serão usados em obras com início programado para os próximos meses, o que mostra que o mercado acredita na liberação destas obras para breve”, ele completa.

Casos de sucesso

Já Tracbel, distribuidora da linha Volvo nas regiões Sudeste, Norte e parte do Centro-Oeste, encerrou a feira com desempenho recorde, contabilizando a venda de 220 máquinas e mais de R$ 86 milhões em negócios. Entre caminhões fora de estrada e retroescavadeiras, a Randon Veículos fechou a venda de 43 equipamentos, enquanto a Manitowoc comercializou ao menos 13 guindastes para a Odebrecht e uma grua automática hidráulica para a Central Locadora, que também assinou uma carta de intenção para a compra de outras dez unidades.


Ao reunir, em um único espaço, os usuários de equipamentos e fabricantes do setor juntamente com seus distribuidores a M&T Expo se caracteriza por ser um ambiente propício ao fomento de negócios. Nesse sentido, os expositores da feira mostram-se satisfeitos em relação às oportunidades geradas durante os cinco dias de evento. Pelos cálculos da Sobratema, organizadora da feira, o saldo aponta para um volume de negócios de mais de R$ 1,2 bilhão, ou um décimo do mercado nacional de equipamentos para construção e mineração.

No universo de 494 expositores, que totalizaram mais de 1.000 marcas presentes ao evento, foram muitos os casos de sucesso. A Case Construction, por exemplo, contabilizou cerca de 500 pedidos durante a feira e a New Holland Construction também atingiu seus objetivos comerciais, incluindo vendas das motoniveladoras e manipuladores telescópicos recém-lançados.

No estande da Caterpillar, a distribuidora Sotreq, que atende as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte do país, computou mais de 600 oportunidades de negócios, principalmente para a linha de máquinas compactas, como minicarregadeiras e miniescavadeiras. “Ficamos surpresos com esse resultado, pois embora haja uma grande expectativa em relação às obras de infraestrutura, a maioria dos projetos ainda está no papel ou dependendo da liberação de verbas governamentais, o que faz com que as construtoras adiem suas compras”, afirma Davi Morais, diretor de construção da Sotreq. “Na M&T Expo, porém, tivemos a oportunidade de vender pacotes de equipamentos que serão usados em obras com início programado para os próximos meses, o que mostra que o mercado acredita na liberação destas obras para breve”, ele completa.

Casos de sucesso

Já Tracbel, distribuidora da linha Volvo nas regiões Sudeste, Norte e parte do Centro-Oeste, encerrou a feira com desempenho recorde, contabilizando a venda de 220 máquinas e mais de R$ 86 milhões em negócios. Entre caminhões fora de estrada e retroescavadeiras, a Randon Veículos fechou a venda de 43 equipamentos, enquanto a Manitowoc comercializou ao menos 13 guindastes para a Odebrecht e uma grua automática hidráulica para a Central Locadora, que também assinou uma carta de intenção para a compra de outras dez unidades.

Além de diversos rompedores hidráulicos, a Atlas Copco computou a venda de carretas de perfuração para o grupo Votorantim, de britadores para a Global Building e compressores de ar para locadoras como A Geradora, Degrau Máquinas, Air Rent e até mesmo para o consórcio construtor da hidrelétrica de Belo Monte, que adquiriu um pacote de 45 máquinas. A Sany do Brasil também obteve resultados surpreendentes, negociando aproximadamente R$ 50 milhões em novos contratos. Foram mais de 120 unidades vendidas, entre guindastes e equipamentos de movimentação de terra.

A lista de casos de sucesso inclui ainda a Tracbraz, distribuidora da SDLG, que contabilizou R$ 12,8 milhões em negócios, com a venda de 52 equipamentos, e o grupo Wirtgen, que afirma ter superado suas metas de vendas em 90%, registrando um crescimento de mais de 500% em relação ao evento anterior, em 2009. A GTM, por sua vez, registrou a venda de um guindaste telescópico para a Niplan Engenharia, além de guindastes rodoviários da XCMG para empresas como a Imec, Zana e Maroli, além de fechar contrato com a Draga Itajubá e a Locmaq para fornecimento da recém-lançada linha de plataformas aéreas da Runshare.

“Esses exemplos, dentre inúmeros outros, ratificam o papel da M&T Expo como gerador de negócios para os fabricantes e revendedores de equipamentos, fomentando a competitividade e o desenvolvimento econômico-financeiro e tecnológico de todo o setor da construção e mineração”, conclui Afonso Mamede, presidente da Sobratema.