Qualidade Liebbherr na indústria aeroespacial. — Revista M&T
Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Tecnologia e inovação para
construção e mineração

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M&T nº 77Jun/Jul 2003 Matéria 13 de 18
Sumário
  1. EditorialConhecimento para gerar riqueza
  2. NotasPeter Karlsten assume Volvo trucks nos EUA
  3. EntrevistaJÜRGEN FLEMMING, o alemão que saiu do frio.
  4. M&Texpo’2003O evento do ano no mercado de equipamentos.
  5. MunicípiosO prefeito é quem tem que dar um jeito.
  6. SaneamentoMunicípios tentam diminuir déficit.
  7. TransportesSão Paulo enfim terá o seu “fura fila”
  8. Meio AmbienteEm meio a lixôes, surgem novos modelos de gestão de resíduos.
  9. TecnologiaUm novo golpe nas emissões
  10. EquipamentosUm novo padrão em equipamentos
  11. GlobalizaçãoCNH mostra sua força em paris
  12. CaminhõesFora da estrada ou dentro da cidade
  13. SinergiaQualidade Liebbherr na indústria aeroespacial.
  14. ComponentesTrem de força: novas opções da DANA
  15. TreinamentoInstituo Opus lança curso para operadores de caminhão, em parceria com a Scania.
  16. InformáticaRedes sem fio vieram para ficar.
  17. DicasConheça melhor o chamado " Pneu de terraplenagem"
  18. Espaço AbertoSemi-trailer cometto transporta cat de 110 t
Sinergia

Qualidade Liebbherr na indústria aeroespacial.

Exclusivo M&T 1 de julho de 2003 · Edição 77

O mesmo padrão de eficiência e confiabilidade presente nas máquinas para construção e mineração cruza os céus do mundo.

Se você algum dia voou numa aeronave Embraer 170, já teve a oportunidade de decolar e pousar utilizando a tecnologia e a qualidade Liebherr nos trens de pouso. Desde 1999, a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) uniu-se com a alemã Liebherr International AG para formar a joint-venture Embraer Liebherr Equipamentos do Brasil (ELEB), especializada na produção de trens de pouso e componentes hidráulicos e eletromecânicos, como atuadores, válvulas, acumuladores, pilones, caixas de travamento e amortecedores.

Mas o padrão Liebherr já está presente nos produtos Embraer desde 1984, quando a empresa iniciou suas atividades de engenharia e manufatura como uma divisão da Embraer chamada EDE (Embraer Divisão de Equipamentos). Ao formar a joint-venture, a Liebherr adquiriu 40% do capital da EDE.

Hoje a ELEB atua no mercado aeroespacial, nos segmentos de aviação regional, executiva, comercial e de defesa, produzindo, vendendo e oferecendo suporte pós-venda para seus equipamentos e componentes. Entre as principais aeronaves que utilizam seus sistemas integrados estão o caça-bombardeiro AMX, a família Embraer de jatos regionais ERJ 135/ 140/145, o helicóptero Sikorsky S-92, o avião de treinamento e ataque leve Super Tucano/ALX, a família de jatos comerciais Embraer 170/175/190/ 195, o helicóptero militar RAH 66 Comanche e o avião de treinamento Aermacchi M346.

Ao entrar no segmento aeroespacial, a Liebherr levou para a ELEB toda a sua preocupação com o desenvolvimento de tecnologias de ponta e a aplicação de padrões internacionais de qualidade, características que sempre estiveram presentes nos tradicionais equipamentos para construção civil e mineração da empresa.


As principais certificações de qualidade e normas técnicas atestam a posição da ELEB como empresa de classe mundial, dentre elas as ISO 9001 e 14001, Boeing Dl-4426, Sikorsky S-2000 e normas do Exército, Marinha e Aeronáutica brasileiros. A empresa tem um moderno Centro de Serviços preparado para prestar serviços de manutenção e reparo para o mercado aeroespacial e toda a sua linha de produtos. Oferece também serviços especiais, como tratamento térmico e tratamento superficial (inclusive shot peening). O suporte global aos clientes conta com o apoio de centros de serviços autorizados na Europa e nos EUA. A mão de obra da ELEB é altamente qualificada, com cerca de 85% dos seus 440 funcionários tendo pelo menos o nível técnico. O faturamento da empresa ultrapassa os R$ 85 milhões anuais e boa parte dos lucros é reinvestida em programas de expansão e novas tecnologias para ampliar seu espaço no mercado internacional.

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A Revista M&T é editada pela Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos.

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