A vitrine pode virar vidraça — Revista M&T
Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Tecnologia e inovação para
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M&T nº 139Setembro 2010 Matéria 1 de 16
Sumário
  1. EditorialA vitrine pode virar vidraça
  2. Copa 2014O preço do mau planejamento
  3. Copa 2014Uma lista de obras em atraso
  4. Copa 2014Infraestrutura uma corrida contra o tempo
  5. Dimensionamento Da FrotaNão existe "receita de bolo"
  6. Peças & ServiçosAs vantagens do estoque "zero"
  7. TransmissãoO que as leva à inteligência
  8. MercadoUma aposta em equipamentos mais simples
  9. EmpresaSexagenária com fôlego de adolescente
  10. EmpresaAtenta às oportunidades
  11. EmpresaSany inicia a montagem de equipamentos no país
  12. EmpresaCom nova fábrica, Terex reforça aposta no Brasil
  13. PerfilMercado em mutação
  14. ManutençãoMisturadores de duplo eixo
  15. Espaço AbertoProdutividade na varrição de grandes áreas
  16. Espaço AbertoSistema otimiza a irrigação
  17. Painel9 notas e colunas
Editorial

A vitrine pode virar vidraça

Exclusivo M&T 19 de outubro de 2010 · Edição 139
A vitrine pode virar vidraça

Após conquistar a condição de vitrine do mundo, ao ganhar o direito de sediar os dois mais importantes eventos esportivos do planeta, o Brasil pode se transformar em vidraça. Diante dos grandes investimentos em infraestrutura, necessários para que o país possa organizar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, temos quase tudo ainda por fazer.

Esta edição da revista M&T traz um levantamento das 12 arenas esportivas que precisam passar por obras de construção ou reforma até a Copa do Mundo. E constata que a maioria delas está com o cronograma em atraso. Em alguns casos, a ausência de projeto ou falhas no equacionamento econômico da obra figuram entre os entraves existentes.

Obviamente, o Brasil dispõe de competência nas áreas de planejamento e engenharia para o equacionamento dessas pendências. O problema é que o prazo começa a ficar escasso diante do volume de ações necessárias. Tudo isso considerando apenas as obras dos estádios e sem entrarmos na questão da infraestrutura necessária para o sucesso de ambos os eventos esportivos, como os investimentos em aeroportos, urbanização, transporte e saneamento, entre outros.

Provas da mencionada competência brasileira também não faltam nesta edição, como é o caso das obras de arenas esportivas que seguem dentro da normalidade. Em meio a este cenário, projetos como o do estádio Fonte Nova, em Salvador (BA), destacam-se pela inovação tecnológica e pela sustentabilidade da obra, com o reaproveitamento da maior parte do material demolido das antigas estruturas na construção da nova arena.

Este assunto, aliás, é tema de outra reportagem desta edição, que apresenta as tecnologias disponíveis para a reciclagem de entulhos no próprio canteiro. Atualmente, diversos municípios brasileiros avançam na implantação de medidas que viabilizem o cumprimento da legislação ambiental, aprovada pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente) em 2002, para a maior sustentabilidade nas obras de construção civil.

Na área de equipamentos para construção, os leitores da M&T podem se deparar nesta edição também com pautas focadas exclusivamente na gestão da frota.  É o caso de uma reportagem que trata do dimensionamento de máquinas em obras de terraplenagem e de outra voltada ao gerenciamento de estoque de peças de reposição em canteiros de obras. Desejamos uma boa leitura.

 

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A Revista M&T é editada pela Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos.

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