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28 de abril de 2020
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RESULTADOS

ZF alcança Aterro Zero em unidade no interior de SP

Com o Programa de Gerenciamento Ambiental, mais de nove mil toneladas de resíduos deixam de ser encaminhadas anualmente para área de aterro próprio e são recicladas
Fonte: Assessoria de Imprensa

A ZF, por meio de sua planta de Engenheiro Coelho, interior de São Paulo, deixou de destinar 100% dos resíduos gerados pela fundição para aterros, alcançando a marca histórica de Aterro Zero na unidade.

A ação faz parte do Grupo de Meio Ambiente da ZF, formado por colaboradores da produção e também por profissionais da área administrativa das plantas de Limeira e Engenheiro Coelho, SP.

O grupo coordena projetos ambientais em andamento em várias frentes, como ações para eliminar desperdício, reutilizar materiais, economizar água e energia, entre outros.

“Na América do Sul, a equipe de meio ambiente também atua com atividades de conscientização internas e externas em todas as plantas da ZF na região”, disse Sildson Corrêa, gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança.

De acordo com Corrêa, são diversos projetos de meio ambiente em todas as plantas da ZF na América do Sul.

“Estamos ampliando e incentivando cada vez mais esta nova cultura ambiental e a região está se tornando referência em todo Grupo ZF”, comentou.

“A partir dos trabalhos que vem sendo executados pelo GMA – Grupo de Meio Ambiente nas plantas de Engenheiro Coelho e Limeira, colaboradores dessas unidades pass...


A ZF, por meio de sua planta de Engenheiro Coelho, interior de São Paulo, deixou de destinar 100% dos resíduos gerados pela fundição para aterros, alcançando a marca histórica de Aterro Zero na unidade.

A ação faz parte do Grupo de Meio Ambiente da ZF, formado por colaboradores da produção e também por profissionais da área administrativa das plantas de Limeira e Engenheiro Coelho, SP.

O grupo coordena projetos ambientais em andamento em várias frentes, como ações para eliminar desperdício, reutilizar materiais, economizar água e energia, entre outros.

“Na América do Sul, a equipe de meio ambiente também atua com atividades de conscientização internas e externas em todas as plantas da ZF na região”, disse Sildson Corrêa, gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança.

De acordo com Corrêa, são diversos projetos de meio ambiente em todas as plantas da ZF na América do Sul.

“Estamos ampliando e incentivando cada vez mais esta nova cultura ambiental e a região está se tornando referência em todo Grupo ZF”, comentou.

“A partir dos trabalhos que vem sendo executados pelo GMA – Grupo de Meio Ambiente nas plantas de Engenheiro Coelho e Limeira, colaboradores dessas unidades passaram a ser mais vigilantes em todos os aspectos e a contribuir de forma ativa para alcançar novos modelos de atuação e identificação de novas oportunidades. Trata-se de um trabalho amplo que vem sendo executado de forma totalmente colaborativa pelo grupo envolvido e coordenado de perto por Celso Guerra, gerente de EHS e responsável direto pelas duas plantas, em conjunto com Dasayév Moraes, engenheiro de meio ambiente que atua na planta de Limeira e Engenheiro Coelho”, completou.

Na planta de Engenheiro Coelho, somente na área de fundição cerca de 750 toneladas de resíduos geradas mensalmente foram destinadas para empresas parceiras.
Segundo Corrêa com os novos processos e parcerias, as escórias se transformaram em material para concreto, calçadas, asfalto e vergalhões. A areia de fundição se transformou em ralos e caixas de correio (estruturas metálicas), combustíveis para cimenteiras, e a areia com granalha, dentre outras coisas, tornou-se contrapesos para máquinas como empilhadeiras.

Assim, a partir desta nova realidade, nove mil toneladas de resíduos antes descartados em aterro da própria ZF foram reaproveitados e reintegrados à cadeia produtiva, transformando-se em matéria-prima para novos materiais e produtos.

“Até mesmo lâmpadas fluorescentes, mistas, vapor metálico, inteiras ou quebradas, assim como termômetros passaram por descontaminação e reciclagem. Resíduos orgânicos se transformaram em adubo e resíduos contaminados com tinta ou óleo foram coprocessados e transformados em combustíveis para fornos de cimenteiras’, finaliza o executivo.