Além de adequação às novas exigências legais, atividade demanda maior capacitação técnica e regulamentação de procedimentos
Em apresentação no 2° Congresso de Tecnologia e Gestão de Equipamentos para Construção e Mineração, o vice-presidente executivo do Sindipesa (Sindicato Nacional das Empresas de Transporte e Movimentação de Cargas Pesadas e Excepcionais), João Batista Dominici, destacou a movimentação que ocorre no setor no sentido de adequar as empresas às novas exigências legais que estabelecem a obrigatoriedade de projetos específicos para atividades de amarração de cargas. “Está havendo um esforço conjunto para sairmos da zona do conforto, o que inclui iniciativas privadas na busca de soluções”, afirmou.
Segundo ele, dentre as principais reivindicações dos profissionais do setor de cargas especiais estão o estabelecimento de normas que garantam gabarito vertical mínimo de 6,5 m, área de passagem em praças de pedágio de 8,5 m e lay-passes junto às passarelas, além de redução de custos, aumento da segurança, desburocratização e outros itens. “Precisamos ainda universalizar a certificação de operadores, estimular a nacionalização de caminhões superpesados e adequar implementos específicos para a atividade”, opinou Dominici.