
"Por ser uma tecnologia nova, muitas empresas ainda têm capacidade ociosa com o grafeno, mas à medida que acelerarmos a entrada do produto no mercado, isso fará com que os parceiros consigam maior capacidade industrial. Com isso, reduziremos o custo na produção, especialmente para o setor da construção, que consiste em trabalhos com grandes volumes, o que exige entrar com aditivos com grande escala", diz Alexandre de Toledo Corrêa, diretor da Gerdau Graphene, fundada em abril
Seção Painel · Seção Painel da edição 253.
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