Opções para diferentes necessidades — Revista M&T
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M&T nº 166Março 2013 Matéria 17 de 17
Sumário
  1. EditorialAjustes nos pacotes de infraestrutura são bem-vindos
  2. Equipamentos CompactosAs pequenas notáveis
  3. Equipamentos CompactosMercado em mutação
  4. FerroviasIndústria aguarda salto
  5. SegurançaNa vanguarda do setor
  6. PneusSoluções ampliam durabilidade de pneus fora de estrada
  7. Equipamentos De ApoioSuporte a pneus em qualquer lugar da obra
  8. Bauma 2013Show de tecnologia
  9. EmpresaSumitomo aumenta investimentos no Brasil
  10. MineraçãoAdequando a frota para aumentar a competitividade
  11. EmpresaCenário promissor
  12. Sobratema 25 AnosTestemunha ocular da história
  13. Momento ConstructionSalão destaca parcerias público-privadas
  14. A Era Das MáquinasOs primórdios: desafios e tecnologias em engenharia
  15. ManutençãoCuidados que garantem a potência de arranque
  16. Entrevista"Nosso negócio depende da maior variedade possível de equipamentos"
  17. Suplemento - Compactos & FerramentasOpções para diferentes necessidades
  18. Painel20 notas e colunas
Suplemento - Compactos & Ferramentas

Opções para diferentes necessidades

Compactos e versáteis, rompedores são oferecidos em diferentes tipos e tamanhos, sendo que a escolha da melhor opção depende do local da obra

Exclusivo M&T 19 de março de 2013 · Edição 166

Compactos e versáteis, rompedores são oferecidos em diferentes tipos e tamanhos, sendo que a escolha da melhor opção depende do local da obra

Acoplados em máquinas ou operados manualmente, os rompedores são ferramentas utilizadas tanto para demolição e reparos como em acabamentos de obras de construção. Segundo Célio Ribeiro Neto, presidente da Auxter, grupo que inclui a Maxter, empresa especializada no fornecimento de equipamentos compactos da All Work, o volume de venda de rompedores no Brasil ainda é pequeno em comparação a outros países, apesar de ser uma ferramenta essencial em trabalhos de rompimento de material.

Na mesma linha, o gerente comercial da Maxter, Sérgio Mikalauskas, destaca que o parque de máquinas brasileiro possui boa disponibilidade de equipamentos acima de 16 toneladas, mas que ainda aguarda uma maior demanda para equipamentos compactos. Para ele, o aquecimento geral do mercado de construção abre uma oportunidade ímpar de crescimento também desse segmento no país.

COMPARATIVO

Atualmente, quatro tipos de rompedores compactos estão disponíveis no mercado nacional: o pneumático, que é acionado por meio de ar expelido por um compressor, o elétrico, que precisa de uma fonte de eletricidade, o hidráulico, que conta com uma espécie de motor acionado hidraulicamente, e o modelo a combustão, que possui motor a gasolina.

Segundo Ribeiro Neto, a escolha do tipo mais indicado de rompedor deve considerar a viabilidade e localização da obra. “Se é possível utilizar energia elétrica em uma obra, o rompedor elétrico mostra-se bem mais econômico, pois a relação custo-benefício é melhor, especialmente se compararmos com o modelo a combustão”, diz ele. Por outro lado, como explica o executivo, caso a região seja de difícil acesso e sem fontes disponíveis de energia, o rompedor a combustão torna-se a melhor opção, pois é autossuficiente, enquanto a ferramenta elétrica e a hidráulica dependem de uma fonte externa para funcionar.

Já para Washington Carlos Nunes da Silva, gerente comercial da empresa A Geradora, especialista em locação de geradores, máquinas e equipamentos para construção civil, o mercado ainda absorve muito pouco o modelo elétrico, sendo que a utilização dos rompedores pneumáticos continua bem maior, acima de 90% da demanda total. “A maior demanda atual é pelo tipo pneumático, que é usado na construção civil, seguida pelo elétrico, aplicado em pequenas obras urbanas”, diz ele. “O hidráulico é mais utilizado em casos especiais, como demolição de lajes de prédios residenciais, por exemplo, uma vez que é acionado sem o auxílio de um compressor de ar ou rede elétrica.”

APLICAÇÕES

Com vasta experiência no segmento, a empresa de origem sueca Atlas Copco atua comercialmente com rompedores de diferentes categorias, como hidráulicos, pneumáticos e a combustão. Os rompedores hidráulicos LH 180 são utilizados para romper paredes de tijolos, solo congelado, asfalto e concreto, além de realizarem socagem e compactação. De acordo com a empresa, os rompedores são utilizados por empresas de locação para trabalhos de demolição e reformas, tanto internas e externas. As ferramentas, segundo a empresa, são especialmente importantes no setor ferroviário, para aplicações de socagem de lastro.

Os rompedores a gasolina da marca também permitem uma variedade de aplicações, como rompimento de concreto, corte de asfalto, colocação de grampos, tubos, postes, hastes de solo e sondas, escavação de valas e poços, sem a necessidade de unidades de força ou cabos. O modelo comercializado pela empresa (Cobra Pro), por exemplo, atinge 60 joules na ponta da ferramenta.

Equipados com cabeçote rotativo de entrada de ar, lubrificador integrado e pistão com almofada de ar, os rompedores pneumáticos são indicados para serviços de manutenção e demolição em geral, sendo que a aplicação em materiais muito rígidos (como concreto reforçado) deve ser evitada. Segundo a Atlas Copco, seus rompedores pneumáticos apresentam o conceito de “corpo sólido”, que permite economia de componentes e requer menos intervenções de manutenção.

IMPACTO

Para trabalhos de maior impacto, a linha de acessórios da marca Stanley Hydraulic Tools – que atua com o mercado de construção civil, demolição de sucata e concreto conta com o martelo rompedor BR87. Além de mais silencioso que as ferramentas pneumáticas, o BR87 permite controle da velocidade e pode ser utilizado em aplicações que envolvam quebra de concreto ou asfalto e cravação de barras, vergas e colunas.

Segundo a Stanley, a ferramenta possui acumulador de diafragma para energia adicional de golpe, punho em forma de T, base-mola (que contribui para uma maior capacidade de retrocesso em extração simples), mangueiras com terminais soldados e pistão mais longo, o que proporciona golpes com maior força de impacto.

Para trabalhos de perfuração e rompimento em concreto, tijolos e pedra, a Tramontina trabalha com o martelete/rompedor elétrico de uma polegada, que pesa cerca de 6 kg e possibilita a seleção de perfurações com impacto ou rompimento por meio de um seletor situado na parte superior da ferramenta. Segundo a empresa, o encaixe SDS garante uma agilidade maior na troca das brocas, talhadeiras e ponteiros.

A All Work, por sua vez, atua com rompedores hidráulicos desenvolvidos e fabricados na Coreia do Sul, sendo disponibilizados no país pela Maxter em modelos que vão de 120 kg a 330 kg. Segundo a empresa, os modelos da All Work proporcionam alta energia de impacto por possuírem maior acumulador de nitrogênio, além de serem produzidos com carcaça blindada, o que os tornam opções mais silenciosas na execução dos trabalhos em campo.

Imperícia gera problemas no equipamento

Em relação à conservação dos rompedores compactos, Washington Nunes explica que o modelo pneumático apresenta um percentual proporcionalmente maior de problemas, que decorre principalmente pela imperícia de utilização do usuário. “A maioria das manutenções ocorre por pura negligência, uma vez que o cliente deixa de realizar a lubrificação das partes móveis, o que ocasiona desgastes dos componentes internos que trabalham lubrificados”, detalha o gerente de A Geradora. Já a necessidade de manutenção do modelo elétrico decorre principalmente por desgastes naturais ou queima do motor elétrico, que normalmente está relacionada à troca repentina de tensão ou baixa isolação, como explica Nunes.

Martelete tem baixo índice de vibrações

Produzido pela Bosch, o martelete GBH 2-24 D pode realizar 75 mil perfurações ao longo de sua vida útil, possuindo controle de velocidade ajustável de acordo com a aplicação. O modelo tem força de impacto de 2,7 J e é equipado com empunhadeira emborrachada, além de contar com um sistema de embreagem de segurança, que evita danos ao operador em caso de travamento da broca durante a perfuração.

www.boschferramentas.com.br

Serra imprime flexibilidade ao trabalho

Com motor de 500 W, a serra Tico-Tico da Tramontina é indicada para utilização em trabalhos com madeiras, plásticos e chapas de metal, garantindo cortes retos ou em ação orbital. A serra possui seletor de velocidade, além de contar com ajuste do ângulo de corte, garantindo uma maior flexibilidade à operação.

www.tramontina.com.br

Unidade de força garante eficiência de ferramentas

Com o tamanho de um carrinho de mão, a Unidade de Força GT18 da Stanley Hydraulic acumula energia suficiente para operar ferramentas hidráulicas, sem sobrecarregar o motor. A unidade utiliza motores comerciais da Briggs & Stratton e, de acordo com a fabricante, foi especialmente desenhada para uso profissional contínuo. Para isso, conta com sistema de refrigeração e dissipação de calor, além de um sistema computadorizado de aceleração.

www.stanley-hydraulic-tools.com

Disco de serra é especial para uso em madeira

A divisão de ferramentas elétricas da Bosch abre uma nova categoria de produto com o lançamento do disco de serra mármore especial para corte em madeira. De acordo com a empresa, a geometria do novo disco é diferente dos demais discos diamantados, o que o torna mais seguro e garante que não haja deformação ou travamento no momento do corte. Além disso, o novo formato contribui para a refrigeração do disco durante o uso.

www.boschferramentas.com.br

Ferramenta a bateria tem fabricação nacional

A Makita apresenta ao mercado a primeira ferramenta movida a bateria com fabricação no país. De acordo com a empresa, a nova parafusadeira/furadeira de impacto HP2014D apresenta corpo mais compacto e ergonômico, com alta capacidade de perfuração em madeiras, metais e concreto. O equipamento conta com bateria de 12 V, dimensões de 201 x 53 x 183 mm e peso de 1,1 kg.

www.makita.com.br

Selante é indicado para superfícies úmidas

A Unifix lança seu novo selante com tecnologia MS 35. Segundo a fabricante, o selante adere com facilidade a superfícies úmidas, podendo ser lixado e pintado. Sua consistência pastosa e homogênea também facilita a aplicação do produto, que apresenta alta resistência aos raios ultravioletas e intempéries.  Além disso, o selante não oxida e apresenta aderência na maior parte dos substratos.

www.unifix.com.br

 

 

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