Aos poucos, uma indústria de equipamentos para fundações de obras começa a se desenvolver no Brasil. Com as vendas de máquinas como perfuratrizes e bate-estacas chegando à marca anual de R$ 350 milhões, empresas europeias começam a se instalar no país e a mudar a situação de dependência das importações desse tipo de maquinário, que há cinco anos chegava a 90%.
Fatores como o alto custo de importação - que além de frete inclui uma alíquota de 14% - e as exigências de nacionalização para se ter acesso às linhas de financiamento mais vantajosas do mercado estimulam a chegada de fabricantes que antes abasteciam o mercado brasileiro apenas a partir de operações no exterior, como a espanhola Llamada e as italianas CMV e Soilmec (segunda maior do setor no mundo).