A expectativa da empresa é encerrar o primeiro ano de operação com a marca de 44 unidades produzidas, mas a capacidade será ampliada para 300 unidades até 2017, quando o número de funcionários deverá chegar a 300, ante os 55 atualmente empregados na fábrica.
Segundo Eric Etchart, presidente da divisão de guindastes da Manitowoc, o investimento tem o objetivo de proporcionar maior rapidez no atendimento aos clientes locais. Ele ressalta que, apesar da unidade iniciar suas atividades basicamente com a montagem de peças importadas (apenas 30% do conteúdo é nacional), o objetivo e atingir um índice de nacionalização de 70% no período de três anos. Localizada em Passo Fundo (RS), a fábrica ocupa uma área construída de 30 mil m², mas foi projetada para ter seu tamanho triplicado.
Além dos RTs, a empresa planeja incorporar à linha de produção os guindastes de torre, que devem ser fabricados na nova unidade a partir do próximo ano. Em 2011, a fabricante vendeu 60 unidades desse modelo no Brasil, todas importadas, além de 140 guindastes RT. Pelas projeções de Mauro Nunes, diretor geral da empresa no Brasil, a fábrica deverá gerar um faturamento de R$ 250 milhões, viabilizando o atendimento não apenas ao mercado brasileiro, mas também aos demais países da América do Sul.
Durante a inauguração da fábrica, a Makro Engenharia, uma das maiores locadoras de guindastes das regiões Norte e Nordeste do país, formalizou um pedido à Manitowoc de 32 guindastes.
Seção Painel · Seção Painel da edição 156.
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