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M&T nº 152Novembro 2011 Matéria 1 de 15
Sumário
  1. EditorialMais um ano fechado com resultados positivos
  2. Bombas Para ConcretoEquipamentos na medida para diversos tipos de operação
  3. Bombas Para ConcretoBombeamento a 541 metros de altura do novo WTC
  4. RedutoresComponentes que geram produtividade e garantem segurança
  5. PavimentaçãoTecnologias viabilizam a aplicação de asfalto reciclado
  6. Estudo Do MercadoVenda de equipamentos cresce 18% em 2011
  7. MercadoO desafio de atender grandes frotistas
  8. EmpresaStone traz linha leve de compactação
  9. BritagemFurlan apresenta dois britadores para o mercado brasileiro
  10. NegóciosTerratest consolida atuação no Brasil
  11. ManutençãoQuando o dimensionamento faz a diferença
  12. PerfilO jovem que reinventa a BMC diariamente
  13. Espaço AbertoDibracam anuncia nova sede de R$ 50 milhões em SP
  14. Espaço AbertoCase apresenta nova linha de minicarregadeiras
  15. Espaço AbertoMWM anuncia nova linha de motores Tier 4
  16. Painel10 notas e colunas
Editorial

Mais um ano fechado com resultados positivos

Exclusivo M&T 20 de dezembro de 2011 · Edição 152
Mais um ano fechado com resultados positivos

O Brasil fecha o ano com um crescimento de 18% na venda de equipamentos, totalizando 85 mil unidades comercializadas. A previsão para 2012 é que esse volume atinja 88 mil unidades, um incremento de 5% sobre a demanda de 2011. Os números são da tradicional Pesquisa de Mercado realizada pela Sobratema, indicando que se trata de um cenário negativo para o mundo e positivo para o Brasil, considerando a crise mundial ainda não resolvida, apesar dos esforços conjuntos de Estados Unidos e União Europeia. Mais do que isso, os dados confirmam que o bloco Bric, formado por Brasil, Rússia, Índia e China, reverteu o quadro do mercado mundial de equipamentos, a partir de 2008, quando os problemas mundiais começaram.

Hoje, esse bloco responde por nada menos do que 60% da demanda mundial, sendo que a China sozinha e demandante da metade do que se tem produzido nessas regiões. Globalmente, o mercado de linha amarela, por exemplo, chega a 700 mil equipamentos vendidos por ano, ainda abaixo do teto de 1 milhão de unidades que já foi atingido no passado. Nesse cenário, o Brasil responde por pouco mais de 4% do mercado global, o que significa que o País ainda há muito a crescer, principalmente quando levamos em conta o fato de que o mercado brasileiro anda na contramão da crise mundial. Nos últimos três anos, a demanda pelos equipamentos da linha amarela triplicou e chegamos próximos a 30 mil máquinas vendidas em 2011. Esse montante representa um crescimento de 9%, ou seja, nesse segmento, a média de crescimento é a metade do identificado quando avaliamos o setor como um todo.

Um dos destaques que puxou os números de 2011 é a compra antecipada de caminhões pelas construtoras. Isso aconteceu em função da entrada do Proconve7 em 2012, impondo novas exigências no controle de emissão de poluentes nos veículos novos, o que poderia representar um aumento no valor unitário dos veículos vendidos a partir de janeiro. Além disso, não se pode esquecer que o Brasil tem uma agenda de obras pela frente, inclusive as relacionadas à Copa de 2014 e às Olimpíadas, com impactos não somente nas arenas, mas também com desdobramentos, por exemplo, em projetos de mobilidade urbana.

Também temos um avanço dos importados, que hoje já responderiam por um terço dos equipamentos comercializados, mas que na avaliação da pesquisa não devem mudar o fato de o Brasil ser uma plataforma exportadora nessa área. Para mais detalhes da pesquisa, sugerimos a leitura atenta da coluna a respeito dela nesta edição, complementada pelas outras reportagens que demonstram o circulo virtuoso do País.

 

 

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