Segundo dados de organizações internacionais, os investimentos chineses na Europa vêm se acelerando desde o início da crise financeira mundial, em 2008. Os chineses já adquiriram ou compraram participação, por exemplo, em vinhedos na França, companhia de energia em Portugal, fábrica de máquinas na Alemanha e montadoras de veículos na Suécia e Grã-Bretanha.
De acordo com a Unctad (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento), o volume de recursos chineses investidos na Europa, em fusões ou aquisições de empresas, além da compra de participações acionárias, foi de US$ 876 milhões em 2008. Em 2011, segundo a entidade Heritage Foundation, os investimentos em 13 países europeus teriam atingido cerca de US$ 15 bilhões.