Tradicional empresa do setor de locação de equipamentos e transporte pesado, a Tomé tem lucrado ultimamente é com a montagem industrial. Em 2000, a área de engenharia da empresa faturou R$ 7 milhões, mas este ano a projeção é fechar com receita de R$ 500 milhões, passando a ombrear com as grandes do setor. Para isso, conta com o ritmo de investimentos da Petrobras, para quem já monta plataformas e refinarias, e com as novidades no ramo - como a chegada dos novos parques eólicos.
Unindo as áreas de transporte, equipamentos e engenharia, a empresa espera faturar R$ 800 milhões este ano - frente a R$ 450 milhões do ano passado. A improvável meta de dobrar a receita de um ano para o outro está quase cumprida, diz o presidente da Tomé Engenharia, Carlos Alberto Oliveira e Silva. Na área de engenharia, diz, estão a poucos milhões da meta, com metade do ano pela frente para fechar contratos que completem a diferença.