
"Sabemos que cada máquina tem o seu próprio comportamento, de modo que leva algum tempo para ensinar os comportamentos esperados à inteligência artificial. E evitar o estado de falha também não é uma coisa tão simples assim, que baste colocar um sensor e predizer o futuro de uma máquina, pois há um arcabouço de informações que se precisa trabalhar”, diz o engenheiro Rodrigo Rotondo, CEO da Manusis
Seção Painel · Seção Painel da edição 278.
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