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Fabricantes do país perdem demanda para o aço indireto

Ivo Ribeiro 14/09/2011 às 11h06

Valor Econômico

A avalanche de importações de automóveis, autopeças, máquinas e equipamentos, bens eletrodomésticos e outros produtos com elevado conteúdo em aço é vista hoje como o principal vilão do mercado siderúrgico nacional. Estima-se que a entrada de aço indireto no país via material acabado já roube de 15% a 20% de um mercado que potencialmente seria das usinas locais.

É um volume significativo - tanto de aço que se deixa de exportar indiretamente quanto de aço que poderia ser vendido para fabricação de bens que estão sendo importados -, avaliam executivos e empresários do setor. Estima-se volume de pelo menos cinco milhões de toneladas de aço bruto ao ano. Ou seja, o equivalente ao tamanho da usina de Ipatinga, da Usiminas, ou da de Volta Redonda, da CSN.

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