A avalanche de importações de automóveis, autopeças, máquinas e equipamentos, bens eletrodomésticos e outros produtos com elevado conteúdo em aço é vista hoje como o principal vilão do mercado siderúrgico nacional. Estima-se que a entrada de aço indireto no país via material acabado já roube de 15% a 20% de um mercado que potencialmente seria das usinas locais.
É um volume significativo - tanto de aço que se deixa de exportar indiretamente quanto de aço que poderia ser vendido para fabricação de bens que estão sendo importados -, avaliam executivos e empresários do setor. Estima-se volume de pelo menos cinco milhões de toneladas de aço bruto ao ano. Ou seja, o equivalente ao tamanho da usina de Ipatinga, da Usiminas, ou da de Volta Redonda, da CSN.