Estudo do subsolo utiliza georadares — Revista M&T
Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Tecnologia e inovação para
construção e mineração

Assinar newsletter Mais de 42 mil profissionais recebem a newsletter
Início› Exclusivo› Edição 154 ← Voltar à edição
M&T nº 154Fevereiro 2012 Matéria 3 de 20
Sumário
  1. EditorialA engenharia a serviço do bem-estar socia
  2. SaneamentoObras universalizam o serviço em vitória
  3. SaneamentoEstudo do subsolo utiliza georadares
  4. Usinas De AsfaltoSoluções que otimizam o processo
  5. EmbreagemEntenda como ela funciona
  6. LocaçãoEmpresas internacionais chegam ao Brasil
  7. LocaçãoSistema de gestão profissionaliza o negócio
  8. Gestão De FrotaSoftwares incorporam inteligência estratégica à atividade
  9. M&T Expo 2012O que os visitantes vão encontrar na feira
  10. EmpresasVolvo bate recorde em vendas
  11. EmpresasHaulotte reforça atendimento aos clientes
  12. EmpresasCopex amplia o portfólio na área de concreto
  13. ManutençãoMotores elétricos: os passos para uma operação mais eficiente
  14. PerfilA frota não pode parar
  15. Espaço AbertoPlataforma aérea para aplicação todo-terreno
  16. Espaço AbertoForma modular flexibiliza a concretagem
  17. Espaço AbertoTorquímetro de estalo com catraca reversível
  18. Espaço AbertoGrua reduz custos de ancoragem
  19. Espaço AbertoDentes autoafiáveis melhoram a produtividade
  20. Usinas De AsfaltoEquipamento modular excede a capacidade nominal
  21. Painel8 notas e colunas
Saneamento

Estudo do subsolo utiliza georadares

Exclusivo M&T 2 de março de 2012 · Edição 154
Estudo do subsolo utiliza georadares

Conhecida como GPR, a ferramenta foi utilizada no Projeto Águas Limpas para a análise da camada superficial do subsolo e serviu para detectar possíveis interferências prejudiciais à escavação, como a presença de delimitações rochosas. As equipes responsáveis pela varredura das áreas com georadar trabalharam no mapeamento dos substratos do solo, marcando a profundidade do obstáculo no local de cada interferência encontrada.

A escolha do equipamento utilizado foi definida em função das características do projeto, já que sua leitura não é influenciada pelos lençóis freáticos, que recebem um sinal próprio. Para isso, o radar trabalha com duas frequências, com uma janela de recepção de tempo maior e com uma blindagem da antena. Para adquirir as informações da subsuperfície, o aparelho emite altas frequências pulsantes de ondas eletromagnéticas, que variam de 25 a 2.000 MHZ.

A profundidade e a resolução dos compostos do solo são calculadas pelo tempo de atraso que a frequência, emitida pela antena, leva para ser refletida pelo material interferente. Para calcular determinada profundidade é necessário levar em conta a intensidade de frequência da onda emitida e as propriedades de isolamento elétrico do solo.

 

Uma publicação Sobratema

A Revista M&T é editada pela Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos.

Conheça a Sobratema →