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Equipamentos Ciber atuam em obras no Rio de Janeiro

Empresa participa de obras de infraestrutura para as melhorias de mobilidade urbana que acontecem no estado

Redação M&T 12/11/2013 às 14h41

Assessoria de Imprensa

As diversas obras realizadas no Rio de Janeiro, como a BRT TransCarioca, o Arco Metropolitano, o Parque Olímpico, antigo autódromo Nelson Piquet, o Projeto Asfalto Liso, entre outros, contam com máquinas do Grupo Wirtgen, formado pelas marcas Wirtgen,  Vögele, Hamm,  Kleemann e Ciber.

Na BRT, ou corredor expresso de ônibus articulado, com 39 km de extensão e que fará a ligação da Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional do Galeão, passando por 14 bairros, as obras utilizam a pavimentadora Wirtgen SP 250 e o cilindro Hamm HD70.

A intervenção, que teve início em março de 2011 e previsão de conclusão para o final deste ano, explica a empresa, consiste na mudança do pavimento nos trajetos dos ônibus, substituindo o asfalto convencional por concreto, material que tem maior durabilidade e deixa menos irregularidades, evitando o desgaste e permitindo maior velocidade aos veículos.

Segundo Alzamir Araujo, engenheiro da coordenadoria geral de Obras da Prefeitura do Rio de Janeiro, a avenida dos Campeões, em Bonsucesso, também conta com as mesmas máquinas utilizadas nas obras do BRT, além de uma pavimentadora Super 1100-2 Vögele, Nesse caso, os equipamentos têm trabalhado no asfaltamento entre Jacarepaguá e a Penha.

Já os compactadores Hamm 3411 e 3411P estão sendo usados no trecho do Lote 1, entre Duque de Caxias e Nova Iguaçu, na construção das pontes, do Arco Metropolitano.

Além dos rolos Hamm, as usinas de asfalto da Ciber UACF 15P-1 e UACF 17P-1 também estão sendo utilizadas no Arco Metropolitano.

Além dessas obras, no mês de agosto, a capital inaugurou a usina asfáltica, a Ciber UAB 18 E, instalada no bairro do Caju, Zona Portuária.

Segundo a empresa, com esse equipamento, a cidade do Rio de Janeiro passa a contar com uma produção de 140 t de asfalto por hora, além de tecnologia nacional, com 25 funcionários, que será abastecida a gás natural.

Ela dispõe, ainda, de dois sistemas inovadores. Um deles já foi aplicado pelo DER do Rio de Janeiro, e trata de mistura asfáltica morna, também conhecido como Warm Mix Asphalt ou WMA.

Esta tecnologia permite reduzir as temperaturas de usinagem e compactação apenas com a mistura de água no ligante, sob determinadas condições.

O segundo diferencial da nova usina é o uso de material reciclado, também chamado de RAP (Reclaimed Asphalt Pavement). Este material entra como um novo insumo para produção de mistura asfáltica usinada a quente.

 

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