Curso de qualificação de engenheiros no SICEPOT-RS — Revista M&T
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Tecnologia e inovação para
construção e mineração

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M&T nº 83Jun/Jul 2004 Matéria 2 de 16
Sumário
  1. EditorialAmpliando o leque de opções
  2. NotasCurso de qualificação de engenheiros no SICEPOT-RS
  3. QualificaçãoEngenharia do exército : batalhões de homens e máquinas
  4. EntrevistaOs paradigmas da grande mineração
  5. ComunicaçãoComo a Vale do Rio Doce monitora a "saúde" de sua frota
  6. ArtigoGestão de fluidos na manutenção proativa
  7. MetrôMetrô: retomada expansão em São Paulo
  8. OpiniãoA importância da manutenção no incremento da produtividade
  9. AplicaçãoConcessionárias case comemoram performance no agronegócio
  10. ServiçosSoftware para dimensionamento de frota
  11. DenúnciaRoubo de componentes de escavadeiras Komatsu
  12. InovaçãoEngate rápido e acoplamento automático
  13. LançamentoCaterpillar Brasil amplia oferta de baterias
  14. PavimentaçãoPorque nossas vias estão assim ?
  15. MercadoVendas de equipamentos ainda não confirmam retomada
  16. Espaço AbertoGeradores Cummins com funcões integradas
Notas

Curso de qualificação de engenheiros no SICEPOT-RS

Exclusivo M&T 1 de junho de 2004 · Edição 83

Pelo quarto ano consecutivo, o Sindicato da Indústria da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplenagem do Rio Grande do Sul (Sicepot) realiza o curso de especialização de engenheiros civis. Com foco voltado ao aumento da qualificação profissional, o curso se destaca por ministrar conhecimentos de diferentes áreas, tornando possível o contato com empresas privadas (empreiteiras e consultorias), órgãos públicos e meio acadêmico.

“Procuramos, através de nossos treinamentos, promover a cultura do aprendizado, para que cada vez mais tenhamos profissionais bem preparados para desempenhar funções mais completas, que vão além da tecnicidade, passando pelo planejamento e pela gestão de uma obra”, explica Nilto Scapin, diretor de expansão do Sicepot.

Em 2004, o objetivo do curso é atualizar as informações que os engenheiros da área rodoviária acumulam em termos de estudos de projetos, métodos construtivos, controle tecnológico, tecnologia do concreto e obras especiais.

No que diz respeito aos projetos, noções de práticas saudáveis ao meio ambiente serão transmitidas por especialistas no tema. Além disso, os engenheiros poderão se atualizar em relação à topografia, estudos geotécnicos, projeto de pavimentação e intersecções, drenagem, sinalização e obras complementares. Quanto aos métodos construtivos, serão abordadas técnicas de produção de agregados, misturas, entre outras, bem como controle e custos de produção. Também haverá um módulo especificamente direcionado à tecnologia do concreto.

Além do curso de engenheiros, o Sicepot promove a segunda edição do curso de encarregados e, também, treinamentos de motivação, de preparação para gestão da qualidade e outros cursos operacionais. Um diferencial especialmente preparado para este ano é o treinamento para aplicação da norma ISO 9000, que será exigida, em breve, das empreiteiras cuja intenção é participar de licitações públicas nos níveis municipal, estadual e federal. Geralmente, eles começam em março e vão até novembro. No ano passado, a entidade realizou ao todo 15 eventos, entre cursos e palestras, somando 504horas/ aula e reunindo 437 participantes de 104 empresas e órgãos públicos.

CATERPILLAR BRASIL ANUNCIA AUMENTO DE EXPORTAÇÕES

William Rohner, presidente da Caterpillar Brasil, anunciou recentemente os resultados em exportações no primeiro quadrimestre do ano: US$ 288 milhões ou R$ 684 milhões, um aumento de 138% em relação ao mesmo período do ano passado. Com isso, a empresa saltou da 30a colocação para a 13a posição, no ranking das maiores exportadoras do Brasil. Para fazer frente à demanda externa, a Caterpillar Brasil precisou contratar, em quatro meses, 1.100 trabalhadores, elevando seu quadro para 3.700 funcionários. A expectativa é de superar os US$ 357 milhões exportados em 2003 e o faturamento total de US$ 550 milhões. Hoje, a Caterpillar Brasil exporta para 120 países: à América do Norte seguem 30% da produção, outros 30% para a América Latina (exceto Brasil) e 15% para Europa e Ásia. O Brasil fica com 25% das unidades fabricadas em Piracicaba.

Na avaliação de William Rohner, dois segmentos estão alavancando a demanda por equipamentos, no mundo de mineração e o de construção pesada. No de mineração, a causa é o aumento do preço das matérias-primas produzidas (minério de ferro, níquel, zinco, bauxita, cobre e ouro), que puxa o aumento do uso de máquinas, numa reação em cadeia. No de construção pesada, o forte aquecimento do mercado norte-americano direciona o crescimento de outras economias, especialmente as latino-americanas. Com relação ao mercado interno, ele entende que está estabilizado. “O ano de 2002 foi bom, em 2003 o mercado caiu e este ano estamos trabalhando para recuperar- as perdas”, resume.

RANDON COMEMORA MARCA HISTÓRICA NA VENDA DE IMPLEMENTOS

Detentora de 42% do mercado brasileiro de reboques e semirreboques, a Randon Implementos entregou recentemente a unidade número 180 mil da linha de máquinas pesadas para o segmento rodoviário.
Produzido na fábrica de Caxias do Sul (RS), o equipamento que acabou representando a marca das 180 mil unidades vendidas pela Randon foi um bitrem graneleiro — composição de dois semirreboques acoplados entre si, destinado ao transporte de grãos.

A venda foi feita para a Transporte do Oeste, cujo presidente, Leonir Barbosa, recebeu do presidente das Empresas Randon, Raul Randon, uma placa alusiva ao evento. Atualmente, a média mensal de produção da Randon Implementos é de 1,2 mil unidades, devendo a empresa chegar até o final do ano a 14 mil implementos fabricados.

A divisão montadora das Empresas Randon, formada por Randon Implementos e Randon Veículos respondeu, em 2003, por 45% da receita bruta do conglomerado, que atua ainda nos segmentos de autopeças, sistemas automotivos e serviços. Com 55 anos de atividades, a Randon Implementos deu origem às demais empresas do grupo e consolidou-se como uma das mais importantes fabricantes de implementos rodoviários da América Latina.

Operando com as plantas de Caxias do Sul e Guarulhos (SP), no Brasil, e mais uma fábrica em Alvear, Argentina, a Randon encerrou o último ano entre os cinco maiores fabricantes mundiais do setor.

ENGENHARIA SANITÁRIA É DESTAQUE NA FENASAN EM SÃO PAULO

Entre os dias 30 de agosto e Io de setembro acontecerá, no Pavilhão Branco do Expo Center Norte, em São Paulo, a Feira Nacional de Materiais e Equipamentos para Saneamento (Fenasan 2004), que reúne empresas de engenharia sanitária, construtoras especializadas e fornecedores de equipamentos para a respectiva área.

Promovida pela Associação dos Engenheiros da Sabesp (AESABESP), a Fenasan já tem confirmada a presença de 100 expositores para este ano, entre os quais estão BBL Engenharia, Sanit Engenharia e Serviços, Saint-Gobain Canalização, etc. As inscrições para evento podem ser feitas através do site www.aesabesp.com.br ou pelo telefone (11) 4607-9259, com a equipe da Technical Fairs.

SCANIA REÚNE ÁREAS COMERCIAIS DE ÔNIBUS E CAMINHÕES NO BRASIL

Com intuito de dar mais agilidade às operações de vendas no país, a Scania integrou em um único departamento as áreas comerciais de caminhões e ônibus. Dessa forma, a coordenação do novo negócio ficará a cargo de Emerson José Bulhões Camargo, nomeado diretor de Vendas de Veículos. Camargo é graduado em engenharia mecânica pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), com curso de especialização Cross Function Management pela Universidade de Tóquio, no Japão. Antes de entrar para a Scania, trabalhou na Delphi por cinco anos, como diretor de Vendas, Marketing e Planejamento Estratégico.

O novo diretor de vendas se reportará a Christopher Podgorski, diretor geral da Unidade de Vendas e Serviços da Scania no Brasil. Também passam a responder à área comercial de Veículos Roberto Leoncini (Vendas de Caminhões) e Wilson Pereira (Vendas de Ônibus).

A Scania é um dos líderes mundiais na fabricação de caminhões pesados, ônibus e motores industriais e marítimos. Com mais de 29 mil funcionários, possui operações industriais na Europa e na América Latina. Em 2003, suas receitas somaram cerca de US$ 7 bilhões. Sua atuação estende-se por mais de 100 mercados e cerca de 95% de suas vendas ocorrem fora da Suécia, seu país de origem.

LIEBHERR INICIA PRODUÇÃO DE ESCAVADEIRAS NA CHINA

No último dia 2 de julho, a Liebherr inaugurou uma nova fábrica de escavadeiras hidráulicas, em Dalian, China. Com a presença de autoridades da província litorânea de Liaoning, foi dado o startup na planta que ocupa 19 mil m2 de área construída, em um terreno de 90 mil m2.

A nova fábrica irá abastecer o mercado chinês e será a segunda implantada pela Liebherr naquele país. A companhia de origem alemã detém outras 25 fábricas no mundo, entre as quais encontram-se as áreas de equipamentos para construção pesada e mineração.

Dentre os principais equipamentos produzidos pela Liebherr estão gruas, guindastes, caminhões fora-de-estrada, carregadeiras de rodas, carregadeiras de esteiras, entre outras máquinas.

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A Revista M&T é editada pela Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos.

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