Caminhões e carretas voltam a ter financiamento de 100% — Revista M&T
Terça-feira, 27 de outubro de 2026

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M&T nº 120Dez/Jan 2009 Matéria 3 de 15
Sumário
  1. EditorialO que encontrar na M&T Expo 2009
  2. Espaço AbertoFabricante fornece análise tribológica para eólicas
  3. Espaço AbertoCaminhões e carretas voltam a ter financiamento de 100%
  4. FundaçõesEficiência das estacas
  5. FiltrosSeparando o joio do trigo
  6. Espaço M&T Expo 2009Feira expande área para atender a demanda
  7. Oficina MecânicaComo planejar a estrutura do canteiro
  8. Opinião Do UsuárioNovas aplicações para um equipamento versátil
  9. FestaProfissionais do setor celebram 20 anos de Sobratema
  10. GeotecnologiaO melhor traçado pelo menor custo
  11. ManutençãoRolamentos: Sabendo cuidar, eles vão durar
  12. PerfilDécio de Rezende Souza: Novos equipamentos melhoram as obras rodoviárias
  13. Espaço AbertoLocadora oferece plataforma sobre esteiras
  14. Espaço AbertoSkam aposta na locação de empilhadeiras
  15. Espaço AbertoCarreta com garantia de cinco anos para a pintura
  16. Painel4 notas e colunas
Espaço Aberto

Caminhões e carretas voltam a ter financiamento de 100%

Exclusivo M&T 5 de maio de 2010 · Edição 120
Caminhões e carretas voltam a ter financiamento de 100%

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou uma mudança nas regras para créditos junto ao programa Finame, que financia a aquisição de bens de capital por parte das empresas. A partir deste ano, as empresas poderão contar com 100% de financiamento para a aquisição de caminhões, ônibus, caminhões-trator, cavalos mecânico, reboques e semi-reboques. Antes dessa mudança, o limite era de 80% para empresas com faturamento anual acima de R$ 60 milhões.

Segundo avaliação da Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários (Anfir), as vendas no setor com financiamento do Finame representam cerca de 70% dos negócios, chegando, em algumas situações, a 90% de todas as transações. Para Rafael Wolf Campos, presidente da Anfir, a iniciativa deve ser acompanhada por uma redução nas taxas de juros. Pelas suas avaliações, o spread cobrado pelas instituições financeiras que repassam as linhas de crédito do BNDES praticamente dobrou nos últimos meses, saltando de 1% a 2% para cerca de 2% a 4%, de acordo com a fonte consultada. “Além disso, os tomadores de financiamento estão passando por critérios de avaliação muito restritivos”, ele reclama.

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A Revista M&T é editada pela Sobratema, Associação Brasileira de Tecnologia e Gestão de Equipamentos.

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