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30 de agosto de 2010
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Em foco

Opus retorna à Líbia para formar mão-de-obra

O primeiro curso de treinamento ministrado pelo Instituto Opus na Líbia superou as expectativas mais otimistas. Criado pela Sobratema, com o objetivo de promover a capacitação de mão-de-obra na área de operação de equipamentos, o Opus foi contratado pelas empresas envolvidas na construção do aeroporto de Trípoli, a capital do país africano, para qualificar os profissionais que atuam naquele canteiro de obras.

À pedido do consórcio formado pela brasileira Norberto Odebrecht, a turca Tepe Akfen e a grega CCC (Consolidated Contractors Company), o instituto treinou 68 operadores mobilizados na obra do aeroporto. O curso foi ministrado em um centro de treinamento próximo ao canteiro de obras, entre os meses de abril e maio, resultando na qualificação de sinaleiros, de operadores de guindastes de torre e guindastes móveis.

Ao final do treinamento, os resultados obtidos em segurança e produtividade na operação motivaram uma nova contratação do Opus. O detalhe é que, dessa vez, seus serviços não foram solicitados pelo consórcio construtor do aeroporto e sim pelo governo líbio. “Eles ficaram empolgados com os ganhos obtidos e querem estender esse conceito para a capacitação de profissionais que atuam em outras obras no país”, diz Wilson Mello, diretor do Instituto Opus.

O segundo curso envolveu uma negociação com o Ministério do Trabalho da Líbia e ocorreu entre os meses de julho e agosto, terminando um dia antes do início Ramadã, considerado um período sagrado pela religião muçulmana. “O mais gratificante nesse trabalho é que, apesar de termos que superar grandes barreiras culturais, o resultado é imediato em termos de segurança e de preservação de vidas”, afirma Alexandre Bonfim, instrutor do Opus que ministrou os cursos na Líbia.

O material didático dos cursos, desenvolvido pelo Opus, foi vertido para o idioma árabe e, nas aulas teóricas e práticas, o instrutor brasileiro contou com o apoio de um tradutor local. Além disso, os alunos tiveram o apoio de simuladores de operação para facilitar seu aprendizado. A metodologia adotada pelo Opus, aliás, é referendada por grandes empresas do mercado brasileiro, como a Petrobras, Vale e Comgás, que condicionam a contratação de serviços apenas a empresas cujos operadores tenham certificação do instituto.


O primeiro curso de treinamento ministrado pelo Instituto Opus na Líbia superou as expectativas mais otimistas. Criado pela Sobratema, com o objetivo de promover a capacitação de mão-de-obra na área de operação de equipamentos, o Opus foi contratado pelas empresas envolvidas na construção do aeroporto de Trípoli, a capital do país africano, para qualificar os profissionais que atuam naquele canteiro de obras.

À pedido do consórcio formado pela brasileira Norberto Odebrecht, a turca Tepe Akfen e a grega CCC (Consolidated Contractors Company), o instituto treinou 68 operadores mobilizados na obra do aeroporto. O curso foi ministrado em um centro de treinamento próximo ao canteiro de obras, entre os meses de abril e maio, resultando na qualificação de sinaleiros, de operadores de guindastes de torre e guindastes móveis.

Ao final do treinamento, os resultados obtidos em segurança e produtividade na operação motivaram uma nova contratação do Opus. O detalhe é que, dessa vez, seus serviços não foram solicitados pelo consórcio construtor do aeroporto e sim pelo governo líbio. “Eles ficaram empolgados com os ganhos obtidos e querem estender esse conceito para a capacitação de profissionais que atuam em outras obras no país”, diz Wilson Mello, diretor do Instituto Opus.

O segundo curso envolveu uma negociação com o Ministério do Trabalho da Líbia e ocorreu entre os meses de julho e agosto, terminando um dia antes do início Ramadã, considerado um período sagrado pela religião muçulmana. “O mais gratificante nesse trabalho é que, apesar de termos que superar grandes barreiras culturais, o resultado é imediato em termos de segurança e de preservação de vidas”, afirma Alexandre Bonfim, instrutor do Opus que ministrou os cursos na Líbia.

O material didático dos cursos, desenvolvido pelo Opus, foi vertido para o idioma árabe e, nas aulas teóricas e práticas, o instrutor brasileiro contou com o apoio de um tradutor local. Além disso, os alunos tiveram o apoio de simuladores de operação para facilitar seu aprendizado. A metodologia adotada pelo Opus, aliás, é referendada por grandes empresas do mercado brasileiro, como a Petrobras, Vale e Comgás, que condicionam a contratação de serviços apenas a empresas cujos operadores tenham certificação do instituto.