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20 de setembro de 2019
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Financiamento / Opções para a renovação da frota

BANCO CNHi

Com prazos de até 60 meses, o Banco CNH Industrial aposta em soluções da Linha Amarela no agronegócio

Aliás, as opções começam com o próprio Banco CNH Industrial. Já com 20 anos de atuação no mercado brasileiro, o segmento de serviços financeiros da fabricante dispõe de opções de financiamento para todas as máquinas e equipamentos de construção das marcas Case CE e New Holland Construction, além de implementos de outras marcas.

Além das modalidades de crédito subsidiadas pelo BNDES, como o Finame – que utiliza indexador fixo (NTN-B), mais indexador flutuante (IPCA) –, a instituição também oferece a opção de CDC (Crédito Direto ao Consumidor), podendo chegar a até 100% do valor do bem. “Atualmente, 80% de nossos financiamentos estão concentrados em recursos próprios (CDC), sendo que há dois anos 60% envolviam as linhas de repasse do BNDES”, compara Venâncio.

Os prazos do Banco CNH Industrial variam de 6 a 60 meses, dependendo da modalidade de crédito escolhida. “O principal benefício desse financiamento é contar com uma equipe de campo especializada, disponível nas concessionárias das marcas em todo o país”, afirma. “Isso garante um acompanhamento especializado durante todo o processo de contratação do crédito, além de agilidade na liberação do recurso.”

Ao utilizar as linhas de financiamento para a aquisição de bens de capital, diz ele, o empresário do mercado de construção pode aportar os recursos em outras frentes de trabalho. “Isto torna o financiamento uma excelente oportunidade de aquisição de bens, fazendo com que o bem adquirido pague as parcelas do financiamento com a produção gerada”, acresce Venâncio.

Com aproximadamente 220 consultas por mês, historicamente o índice de financiamentos executados pelo banco chega a 65% de todos os bens vendidos pelas marcas do grupo. “No segmento de construção, nossa carteira atual chega a 731 milhões de reais, com liberação mensal na ordem de 27 milhões de reais”, informa o gerente, destacando que os setores de locação e agrícola são compradores de peso. “A agricultura vem buscando aquisições para movimentação de grãos ou até mesmo para [realização de] curva de nível”, exemplifica.