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12 de junho de 2018
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Equipamentos

Fresadora da Wirtgen atua em obra do sistema rodoviário Anchieta-Imigrantes

Com resultados de fresagem precisos, a fresadora de grande porte da Wirtgen apresenta um desempenho convincente na reabilitação de duas das principais artérias de trânsito entre São Paulo e o maior porto brasileiro.
Fonte: Assessoria de Imprensa

O sistema rodoviário Anchieta-Imigrantes é o principal elo entre a região metropolitana de São Paulo e o Porto de Santos, maior porto do Brasil e o mais movimentado da América Latina.

Hoje a Anchieta movimenta principalmente o tráfego de mercadorias pesadas – 95 % do tráfego diário é composto por caminhões, enquanto os carros utilizam a Imigrantes predominantemente.

Agora, as duas autoestradas estão sendo reabilitadas ao longo de um comprimento total de 300 km.

A remoção da superfície e da camada de ligante foi feita por uma fresadora de grande porte da Wirtgen do tipo W 200.

A alta proporção de veículos pesados e a significativa densidade de tráfego exercem enorme pressão sobre as superfícies de asfalto, tornando vital a manutenção regular.

O contrato para a obra atual foi ganho pelo Consórcio Baixada Santista. A construtora CR Almeida, que é parte do consórcio e responsável pela fresagem, trabalhava alternadamente em ambas as estradas – norte e sul.

Enquanto a W200 trabalhava na estrada Anchieta, que foi totalmente fechada, o tráfego era desviado para a rodovia dos Imigrantes.

Para este projeto gigantesco, explica a Wirtgen, a CR Almeida está utilizando a fresadora W 200, que funciona em operação contínua 24 horas por dia durante o trabalho de reabilitação.

“A manobrabilidade da fresadora de grande porte mostra o seu valor especialmente em passagens estreitas que se espalham pelo planalto brasileiro a 40 km ao sul de São Paulo, de forma que a W 200 conseguiu fresar superfícies de estradas de uma largura de 2 m a uma profundidade de 8 cm de forma rápida e precisa em apenas uma operação”, comenta a fabricante.

Segundo o operador de fresadora, Janderson de Souza Mota, o motor que conta com potência máxima de 410 kW, por exemplo, define a velocidade de operação automaticamente quando o processo de fresagem começa e retorna à sua velocidade de marcha lenta quando a fresagem é concluída. Isso permite reduzir não apenas o consumo de combustível, mas também as emissões de ruído.

Além disso, a água necessária para resfriar as ferramentas de corte é regulada como uma função da carga do motor e velocidade de fresagem. A unidade de aspersão dependente de carga permite economia de água de até 20 %.

“Para nós, isso significa que precisamos abastecer menos água, mas a vida útil da ferramenta de corte ainda é mais longa”, diz Cleiton Farias de Jesus, gerente da obra.

Produção editorial: Revista M&T – Desenvolvido e atualizado por Diagrama Marketing Editoral